Início Site Página 17

Alunos da cidade de Nampula aprendem sobre prevenção à incêndios

Nampula (IKWELI) – O Serviço Nacional de Salvação Pública (SENSAP), na província de Nampula, está a capacitar instituições de ensino em matérias de prevenção e combate ao incêndio, evacuação e primeiros socorros, como forma de munir os alunos de conhecimentos básicos para travar situações de emergência.

Abílio Chinai, porta-voz do SENSAP em Nampula, disse que há uma necessidade de ensinar matérias de combate ao incêndio, assim como os primeiros socorros, pois nas escolas existem alunos que caem por alguma patologia, dai que é imperioso que sejam capacitados para prestarem ajuda entre eles. 

“É uma iniciativa que queremos abranger não só na cidade de Nampula, mas todos os distritos, sobretudo, onde existem os nossos colegas. Iniciamos no Instituto Industrial de Nampula, onde formamos alguns funcionários porque os alunos estavam na sala de aula, mas havemos de voltar para capacitar os formandos, principalmente os chefes de turma. Alguns colegas também já começaram a dar alguma formação na escola secundária de Ribáuè,” disse Chinai.

O porta-voz apelou as instituições de ensino a colaborarem positivamente no sentido de articular os horários de modo que todos os alunos antes de entrarem na sala de aula possam ter oportunidade de assistir essa palestra para que fiquem a saber de como podem se proteger, ou se retirar nas salas de aulas quando acontece qualquer situação de emergência.

“Pedimos abertura das escolas porque é uma grande valia, uma vez que as formações que fizemos não são pagáveis, é uma oportunidade a ser aproveitada de modo a capacitar os estudantes nos pacotes que nos decidimos dar,” reiterou o porta-voz. (Francisco Mário)

Motoristas de Nacala acusados de transformar combustível em seu novo de negócio

Nacala (IKWELI) – Certos cidadãos da cidade de Nacala, província de Nampula, acusam alguns motoristas de contribuírem para o agravamento da escassez de combustível, através da formação de longas filas nas bombas para, posteriormente, revender o produto nos bairros.

Segundo fontes locais, alguns motoristas colocam as suas viaturas nas filas, dando a entender que pretendem abastecer para continuar as suas viagens, mas, depois de adquirir o combustível, retiram das viaturas e transportam-no em galões para venda a retalho.

A prática, segundo os moradores entrevistados, está a contribuir para o aumento das filas nas bombas de abastecimento, que nos últimos dias se tornaram cada vez maiores.

Os entrevistados dizem ainda que a situação em Nacala poderá estar mais agravada do que na cidade de Nampula.

Leonel Chaual afirma que, nos últimos três dias, as filas se tornaram mais intensas, prolongando-se por longas distâncias, situação que na sua opinião precisa de ser esclarecida pelas autoridades competentes.

“Nós estamos mal, as bichas estão a piorar porque esses muitos motoristas que fazem chapa internamente até para cidade de Nampula, os gajos deixam seus trabalhos para marcar bichas nas bombas para depois vender combustível à bolada, então isso aumenta bicha mesmo, então queremos um trabalho para perceber quem faz isso”.

Por sua vez, Abudo Vida conta que permanece nas filas desde a madrugada, sem conseguir abastecer, e aponta supostos pagamentos informais como uma das causas da demora no atendimento aos automobilistas. “Aqui as pessoas que estão a abastecer são esses de carro porque dão algum refresco para homens que trabalham nas bombas, então nós que não temos dinheiro para dar estamos aqui a sofrer. E como estão a ver, aqui Nacala tem muitas bombas, mas as que estão a funcionar não chegam três”.

Vida acrescenta que alguns motoristas estariam a comprar combustível para posterior revenda a preços elevados nos bairros.

“Quem cria essa confusão de não termos combustível são esses homens de carro, porque querem encher e depois vender no valor de 250,00Mt (duzentos e cinquenta meticais) o litro, por isso estamos a pedir ajuda. Aqui em Nacala a situação de combustível está pior, até mais que á cidade Nampula”, afirmou. (Malito João)

Secretário-Geral da FRELIMO apela ao reforço da coesão e união para a realização com êxito do XIII Congresso em Nampula

Nampula (IKWELI) – O Secretário-Geral da FRELIMO, Chakil Aboobacar, apelou, em conferência de imprensa realizada em Nampula, nesta quarta-feira (30.09), à consolidação da coesão e da união entre os militantes do partido, tendo em vista a realização, com êxito, do XIII Congresso, a ter lugar na província de Nampula, de 20 a 25 de julho de 2027.

Chakil Aboobacar que terminou o trabalho de coordenação no âmbito da maior reunião do partido no poder aponta empenho dos membros nos preparativos do XIII Congresso, pois “sentimos que o congresso é um momento de celebração, um momento de consolidação da nossa coesão e união dentro do partido. O congresso envolve também um processo eleitoral que, em alguns casos, pode criar situações de instabilidade. Por isso, fizemos este apelo permanente à vigilância, para que o processo decorra sem sobressaltos.”

Na ocasião, o Secretário-Geral da FRELIMO exortou igualmente aos diferentes dirigentes, incluindo municipais, a cumprirem os compromissos assumidos durante a campanha eleitoral, com vista a garantir o bem-estar do povo moçambicano.

“Como sabem, no processo eleitoral, os partidos concorrem e os que vencem é que formam o Governo, visando essencialmente cumprir as promessas feitas. Então, é obrigação de todos os dirigentes que ocupam cargos de chefia trabalhar para satisfazer as necessidades do povo de forma coordenada. Queremos chamar a atenção para casos pontuais de promoção individual, porque, no fim, o que deve ser exaltado é a FRELIMO. Com isso, não estamos a querer retirar a liberdade dos dirigentes.”

Chakil Aboobacar mobilizou igualmente a participação efectivamente dos membros como forma de vencer as divergências internas, entendendo que “é necessário evitar que divergências internas desviem a atenção da preparação do grande evento a ser realizado no próximo ano. Estamos em Nampula para aferir, in loco, os preparativos e estamos satisfeitos.” (Nelsa Momade)

Vinte e cinco supostos criminosos detidos em Nampula

Nampula (IKWELI) – Pelo menos vinte e cinco indivíduos foram recolhidos às diversas celas da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Nampula, acusados de envolvimento em diversos crimes registados durante a semana passada.

Segundo a PRM, parte dos detidos são apontados como integrantes de grupos que têm protagonizado assaltos e outros actos criminais, sobretudo durante a noite, prometendo apresentar publicamente, nos próximos tempos, alguns dos supostos líderes dessas quadrilhas.

Dércio Samuel, chefe do departamento de Relações Públicas no Comando Provincial da PRM em Nampula, assegurou que estão em curso diligências para localizar e deter os líderes destas quadrilhas que ainda estão a monte.

“Estamos diante de 25 indivíduos detidos nas nossas subunidades ocorridas nas diversas esquadras. Temos quatro indivíduos conhecidos no mundo do crime, esses têm protagonizado roubo na via pública, os mesmos dirigem-se a um determinado ponto onde conseguem aliciar as vítimas que são moto taxistas e levam para um determinado ponto e usam a força física e instrumentos contundentes, têm agredido as vítimas e se apoderando das suas motorizadas e outros bens”, explicou Dércio Samuel.

Entre os casos apresentados pela Polícia está, também, um grupo de cinco indivíduos acusados de vandalizar o Estádio Municipal de Muhala, na cidade de Nampula, o mesmo grupo alegadamente removeu o material do recinto desportivo.

Noutro caso, a Polícia deteve um trabalhador doméstico acusado de roubar dinheiro da residência da sua patroa, depois de descobrir que ela era responsável por um grupo de poupança. Após o roubo, diz a PRM, o suspeito teria abandonado o local, mas acabou localizado pelas autoridades. (Malito João)

Em seminário de indução: OMM de Nampula exorta membros a reforçarem mobilização e participação na organização

Nampula (IKWELI) – A Organização da Mulher Moçambicana (OMM), braço feminino da FRELIMO, em Nampula, exortou as suas dirigentes e membros seniores a reforçarem as acções de mobilização e sensibilização das mulheres nas comunidades, tendo em vista o fortalecimento da organização e a participação activa desta camada social.

O apelo foi feito esta quarta-feira (30.09), na cidade de Nampula, durante um seminário de indução destinado aos membros dos secretariados distritais e das secretarias distritais dos conselhos da jurisdição da OMM, que juntou cerca de 250 participantes, entre antigos e actuais quadros da organização, pela secretária Provincial da OMM, Amida Firmino.

Segundo Amida Firmino, a iniciativa pretende doptar as dirigentes de conhecimentos e ferramentas necessárias para o exercício eficiente das suas responsabilidades organizativas ao nível da sociedade onde estão inseridas. “A capacitação visa fortalecer as capacidades das nossas dirigentes, promovendo a integração e a participação activa das mulheres, bem como o seu acompanhamento permanente nas comunidades e na sociedade em geral”, explicou.

A responsável acrescentou que o reforço da mobilização deverá contribuir para o crescimento da organização e para a melhoria do funcionamento dos seus diferentes órgãos, com enfoque no seu envolvimento nas questões de desenvolvimento das comunidades.

O seminário enquadra-se no esforço de fortalecimento institucional e organizacional da OMM, através do aperfeiçoamento do funcionamento dos seus órgãos aos diferentes níveis.

A actividade contou igualmente com a participação de esposas de dirigentes locais, deputadas da Assembleia da República e membros da Assembleia Provincial, membros das secretarias provincial e distritais da OMM, entre outros quadros da organização.

Por sua vez, Elisabete Faquira, secretária provincial da Área de Mobilização na Frelimo em Nampula, destacou que a iniciativa não se limita à capacitação dos quadros, devendo também servir como espaço de incentivo às mulheres e de reflexão sobre os desafios que enfrentam no seu quotidiano.

Salientou que a formação ocorre num período de preparação organizacional da FRELIMO e da OMM para os próximos ciclos eleitorais, previstos para 2028, no caso das eleições autárquicas, e 2029, no caso das eleições presidenciais, legislativas e para as Assembleias Provinciais. (Virgínia Emília)

Morados de Mocuba caçam água nas bermas do rio Marmanelo para consumo doméstico

Mocuba (IKWELI) – Os moradores dos bairros Marmanelo e Carreira de Tiro, na cidade de Mocuba, província da Zambézia, enfrentam uma grave escassez de água potável, situação que está a obrigar algumas famílias a recorrerem a fontes alternativas consideradas impróprias para o consumo.

Com a chegada da época seca, o rio Marmanelo encontra-se sem água, levando os residentes a abrir buracos no leito do rio para obter o líquido para as suas necessidades básicas.

Uma fonte ouvida pelo Ikweli na manhã desta quarta-feira (30.09) disse que a situação é recorrente durante o período de verão e apontou a insuficiência do abastecimento através da rede pública como uma das principais causas do problema.

“Esta situação não é nova. Sofremos constantemente sempre que chega o tempo de verão e estamos cansados. A água que tiramos desses buracos não é segura. O rio está seco e somos obrigados a consumir esta mesma água, mesmo sendo imprópria, porque não temos outra maneira”, lamentou o morador.

Segundo a fonte, os residentes chegam a permanecer entre duas e três semanas sem água canalizada. Quando o fornecimento é restabelecido, a pressão é considerada insuficiente para permitir que as famílias encham os recipientes necessários. “Quando a água sai, não conseguimos encher muitos recipientes porque sai sem muita pressão”, acrescentou P. Miguel, de nome fictício.

A fonte afirmou que algumas pessoas recorrem à água retirada dos buracos para beber, aumentando, segundo os moradores, o risco de doenças relacionadas com o consumo de água contaminada.

Os residentes apelam às entidades responsáveis pelo abastecimento de água para que reforcem a frequência do fornecimento, propondo que o serviço seja garantido pelo menos duas vezes por semana. (Fátima Mugaveia)

Namicopo: Vendedores “assaltam” passeio do bispo

Nampula (IKWELI) – Os passeios localizados nas proximidades da Casa Episcopal, no bairro de Namicopo, cidade de Nampula, estão a ser transformados num mercado informal, situação que tem despertado preocupação dos moradores e utentes daquela zona.

Nos últimos tempos, o espaço tem registado uma crescente concentração de vendedores, com alguns comerciantes a abandonarem bancas nos mercados formais, incluindo o Waresta, para se instalarem junto àquelas instalações missionárias.

A situação levanta preocupações devido à proximidade da estrada e de um centro de saúde e casas dos religiosos, mas apesar dos riscos, alguns cidadãos defendem a existência daquele ponto de venda, alegando que facilita o acesso a diferentes produtos.

“Esse mercado nos ajuda muito, aqui quase vendem um pouco tudo, estamos bastante tempo que não estamos a pensar em ir no Waresta, mas também vejo que esse mercado é muito pequeno e está na estrada e se enche muito, então isso é complicado”, disse Muaija Abibo.

Por outro lado, Rafael Saíde condena a localização do mercado, apontando os efeitos que a concentração de vendedores pode causar à imagem das instalações religiosas e à circulação de pessoas e “isso é complicado, eu pensei que o município já deveria procurar maneiras daquela situação, mas o mercado está sempre a crescer e aqui há muito bandidos”.

Entretanto, a vereadora do pelouro de Mercados e Feiras no Conselho Municipal de Nampula, Cheila Casambai, reconhece a existência do problema, mas explica que, neste momento, a edilidade está igualmente concentrada na intervenção em outros mercados da cidade, nomeadamente Belenenses, Waresta e Assanito.

“Do momento não posso avançar nada porque é um problema que precisamos entrar no terreno junto da nossa equipa para ver junto com o posto administrativo de Namicopo identificar um local, ainda estamos a fazer um trabalho nesse sentido, não temos algo assim palpável para comunicar. Não posso adiantar nada neste momento, porque ainda é algo que identificamos e vimos esse problema e estamos a ver qual estratégias que podemos fazer em relação aquele ponto”.

Segundo apurou o Ikweli, o crescimento do mercado informal tem provocado uma maior ocupação dos passeios e das zonas próximas da estrada, com vendedores e compradores a disputarem um espaço que não foi concebido para funcionar como mercado. Além das preocupações relacionadas com a circulação e segurança, a situação começa a levantar questões de saúde pública, sobretudo devido à concentração de pessoas, a venda de produtos junto à estrada e a possibilidade de acumulação de resíduos sólidos, enquanto se espera por uma solução definitiva por parte das autoridades municipais. (Malito João)

Mozambique Tourism Summit quer mobilizar até 500 milhões de dólares em investimentos no sector do turismo

Maputo (IKWELI) – A segunda edição do Mozambique Tourism Summit, marcada para os dias 5 e 6 de Novembro de 2026, em Vilanculos, província de Inhambane, pretende reunir entre 800 e 1.000 participantes de cerca de 30 países e mobilizar investimentos estimados entre 350 e 500 milhões de dólares.

Sob o lema “Moçambique, onde África se reinventa”, o evento vai apresentar entre 40 e 50 projectos turísticos, dos quais 25 se encontram actualmente à procura de parceiros estratégicos. O Summit pretende também promover encontros entre investidores e entidades públicas, bem como colocar em destaque oportunidades de concessão e desenvolvimento de aproximadamente 2.500 hectares de terras com potencial turístico.

Segundo explicou Paulo Dimande, curador do Summit, a segunda edição assenta em três pilares estratégicos: pensar grande, investir com propósito e viajar com impacto. Sublinhou que o Tourism Summit não é apenas uma conferência, mas uma plataforma de negócios, de diplomacia económica e de concretização de investimentos.

Esta fonte explica que o país está pronto para se posicionar como uma das principais fronteiras do turismo e do investimento em África e “perante esta realidade, devemos responder à seguinte pergunta: o que é que Moçambique tem para oferecer a quem investe, patrocina ou se associa a este Summit?”, questionou.

Dimande apresentou três oportunidades no sector do turismo. A primeira está relacionada com uma área costeira de aproximadamente 35 quilómetros, onde se pretende atrair investimentos para empreendimentos hoteleiros de padrão elevado.

A segunda oportunidade está relacionada com leilões turísticos e concessões de cerca de 2.500 hectares de terras com potencial turístico. A terceira vertente apresentada são os encontros B2B e B2G, que deverão colocar frente a frente empresas, investidores e instituições públicas. A iniciativa pretende facilitar contactos, identificar parceiros e criar condições para que os projectos apresentados no Summit possam avançar para a fase de investimento.

Acrescentou que um Summit desta dimensão não se constrói de forma isolada e precisa de parceiros estratégicos que acreditem na visão e queiram fazer parte desta história.

Já o ministro da Economia, Basílio Muhate, afirmou que o Tourism Summit é uma oportunidade e uma grande plataforma para interagir, bem como para melhorar a actuação do Governo no desenho de políticas ligadas ao sector do turismo.

Em 2025, o país registou cerca de 1,5 milhões de visitantes no sector do turismo, representando um aumento significativo em comparação com 2024, disse.

Segundo o dirigente, há necessidade de transformar a riqueza do sector do turismo em oportunidades concretas para o país, nomeadamente na criação de mais empregos e no aumento das redes de empresas locais.

Já o embaixador do Turismo em Moçambique, Samora Machel Júnior, referiu que a realização do Summit reafirma uma nova ambição, que olha para o turismo não apenas como uma actividade económica, mas também como uma verdadeira referência do património histórico, da gastronomia, da música, da diversidade cultural e, acima de tudo, de um povo acolhedor.

Defendeu que ter potencial não é suficiente. O desafio passa por transformar esses activos em experiências turísticas de qualidade, sustentáveis, competitivas e acessíveis “precisamos de avançar de forma determinada em três áreas fundamentais: investimento, conectividade e cadeias de valor”, afirmou.

Samora Machel Júnior destacou que é necessário investir no desenvolvimento de infra-estruturas e produtos turísticos de qualidade. Quanto à conectividade, defendeu melhores ligações aéreas, rodoviárias, marítimas e digitais, considerando que um destino extraordinário só pode crescer verdadeiramente quando é também um destino acessível.

Por outro lado, afirmou que é necessário construir cadeias de valor que integrem cada vez mais os produtores locais, os jovens, as mulheres, as pequenas e médias empresas, os operadores turísticos e, sobretudo, as comunidades.

“Nenhuma destas ambições será alcançada isoladamente. O Governo tem um papel fundamental na criação das condições e das políticas adequadas. O sector privado tem a capacidade de investir, inovar e criar emprego.” (Antónia Mazive)

Mambas recuperam relação com macuas

Nampula (IKWELI) – Os adeptos da selecção moçambicana de futebol onze, os Mambas, a nível da cidade de Nampula, mostram-se satisfeitos com o resultado que o conjunto teve, na terça-feira (29.09), ao vencer a sua congénere do Sudão por 4-0, em partida da segunda jornada do grupo J de qualificação para o Campeonato Africano das Nações (CAN), disputado no estádio nacional do Zimpeto, em Maputo.

De acordo com os nossos entrevistados, o resultado com que a selecção moçambicana brindou ao país é um orgulho, e representa um esforço do colectivo que trabalhou arduamente para alcançar os resultados diante do Sudão.

“É muito satisfatório a prestação que a nossa selecção fez diante do Sudão, é uma grande felicidade para mim e acredito que todo amante de futebol, e sobretudo os Mambas também está satisfeito. Quero encorajar toda equipa envolvida para que continuem em união e a trabalharem para mais resultados satisfatórios,” disse Felisberto Tarciso.

“Não podemos apenas lançar pedras quando as coisas não correm bem, é preciso reconhecer quando vemos esforços, e por isso quero parabenizar a nossa selecção pela grande vitória alcançada e que continuem assim. Foi muito excelente o desempenho que tiveram diante do Sudão.” enalteceu Nelson Alomane.

“No Moçambola temos muitos talentos, vimos exibição de alguns jogadores que fizeram parte da partida diante do Sudão a mostrarem os seus talentos. Por isso, sugeria também ao seleccionador para que possa apostar estes talentos que estão espalhados nos diferentes pontos o nosso país,” entende Solomone Alface. 

A fonte afirmou ainda que é preciso não parar por aí, a Federação Moçambicana de Futebol precisa continuar a investir mais, criar mais oportunidades para os jogadores ganharem experiência em estágios com outras selecções porque a saída da selecção para outros pontos ajudaria muito no desempenho.

O próximo jogo dos Mambas será com a Etiópia no dia 11 de Novembro do ano em curso, no estádio nacional do Zimpeto, Maputo, referente a terceira jornada (Francisco Mário)

Coca-Cola continua a mudar vidas com prémios em Nampula

Nampula (IKWELI) – A Coca-Cola Moçambique entregou, na tarde de quarta-feira (30.09), no bairro de Namutequeliua, na cidade de Nampula, vários prémios aos consumidores vencedores da campanha promocional do jogo de Caricas, com destaque para txopela, telemóveis e eletrodomésticos.

A iniciativa acontece numa altura em que, recentemente, a Coca-Cola ofereceu oportunidades de autoemprego a jovens do mercado grossista do Waresta, através da oferta de txopela e outros prémios.

Jerônimo Celestino, director Comercial da Região Norte da Coca-Cola, disse que a entrega dos prémios representa o compromisso da empresa com os seus consumidores e com o mercado, que continua a inspirar a confiança do povo moçambicano.

“Então, nós fizemos essa campanha mais uma vez para garantir que os consumidores continuem engajados connosco e o sinal desse engajamento é esse que estamos a ver atrás dos prêmios que entregamos. São dezenas de prémios que nós entregamos, desde celular, colunas de som, esse não é o primeiro txopela e carro que nós entregamos. A minha mensagem é a mesma que a Coca-Cola pretende para os seus clientes e para a comunidade como hoje.”

Para os vencedores do jogo de Caricas, a conquista representa um marco importante nas suas vidas, sobretudo por se tratar de uma surpresa que poderá abrir portas para a criação de iniciativas de autoemprego.

Jaime Leonardo, revelou que foi com 20,00Mt (vinte meticais) apenas que recebeu uma txopela. “Comprei uma Coca-Cola de tampa amarela abri e encontrei na carica escrita uma txopela, fiquei emocionado, por isso hoje estou a receber o meu prêmio, eu não acreditava porque sempre via na televisão, só vinte meticais, agora a mensagem que deixo para os outros vamos tomar Coca-Cola, um dia podem ganhar o vosso prêmio”.

Outro consumidor e vencedor acredita que o álcool poderá ficar para a história na sua vida, por entender que, com vinte meticais pode ganhar algo de valor, basta consumir Coca-Cola. “Eu quero aconselhar pessoas que não sabiam para iniciar a controlar as caricas porque um dia sem contar podem ganhar, e quem sempre bebê álcool diminuir um pouco e começar a tomar Coca-Cola”.

A campanha promocional da Coca-Cola continua, assim, a envolver consumidores em diferentes pontos da província de Nampula, com os vencedores a receberem prémios que, segundo os próprios beneficiários, poderão contribuir para a melhoria das suas condições de vida e criação de oportunidades de autoemprego. (Malito João)