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Nacala reforça governação local com posse de novos dirigentes e criação de empresa de água e saneamento

Nampula (IKWELI) – O autarca da cidade de Nacala, Faruk Nuro, conferiu posse, nesta segunda-feira (15), a sete novos chefes dos postos administrativos municipais e ao Director executivo da recém-criada Empresa Municipal de Água e Saneamento, numa medida que visa fortalecer a administração local e melhorar a prestação de serviços essenciais aos munícipes.

Nuro destacou a importância da nova equipa para acelerar a resposta aos desafios enfrentados pela população nos diferentes bairros e postos administrativos.

Na ocasião, foram investidos Alberto Momade Liala para o Posto Administrativo Municipal de Muanona, Inácio João Ribaué para Naherenque, Mussa Essimela para Matalane, Maria Helena José Caetano Reane para Maiaia, Iris Inácio Nhampule Flour para Ribáuè, Abílio Tomás para Ontupaia e Rafique Saide Muremua para Mathapue. O acto incluiu igualmente a tomada de posse de Aquilino João Raúl como director executivo da Empresa Municipal de Água e Saneamento de Nacala.

Dirigindo-se aos empossados, Faruk Nuro sublinhou que os novos responsáveis têm a missão de aproximar a administração municipal dos cidadãos e garantir maior eficiência na gestão dos serviços públicos.

“Esperamos de vós trabalho, dedicação e compromisso com a transparência. O povo de Nacala precisa sentir a presença do governo local no seu dia-a-dia, especialmente nas questões de água, saneamento e organização dos bairros.”

O edil defendeu ainda que a nomeação dos novos quadros representa um passo importante para consolidar a descentralização administrativa e assegurar respostas mais rápidas às preocupações das comunidades.

Por sua vez, o director executivo da Empresa Municipal de Água e Saneamento de Nacala assumiu o compromisso de trabalhar para ampliar o acesso à água potável e melhorar as condições de saneamento em vários pontos da cidade.

“A prioridade será expandir o acesso à água potável e melhorar o sistema de drenagem e saneamento nas zonas mais críticas da cidade.”

A criação da Empresa Municipal de Água e Saneamento enquadra-se na estratégia do município de autonomizar a gestão do sector, reduzir perdas operacionais e aumentar a cobertura dos serviços nos bairros periféricos.

Na ocasião, Faruk Nuro apelou à colaboração dos munícipes para apoiar o trabalho dos novos dirigentes e contribuir para o desenvolvimento sustentável da cidade de Nacala. (Malito João)

“Combate a xenofobia não deve terminar apenas em discursos,” afirma Felizardo Nicula

Nampula (IKWELI) – O académico e docente universitário Felizardo Pedro Nicula defende que o combate a xenofobia não deve resumir-se em discursos, mas em acções concretas das autoridades sul africanas em parceria com a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) que gerem mudanças para o combate do mal.

Nicula questiona a aparente apatia da SADC face as atrocidades perpetradas contra membros da mesma comunidade. “Tenho dito que esta organização tem sido transformada em questões simplesmente económicas e que vão ultrapassando a dimensão política, pois o âmbito político seria o esforço que os governos deveriam fazer  para criar um espaço comum de busca de felicidade, realização, mas acontece que este esforço comum não tem acontecido, as nossas sociedades de Moçambique, tanto da África do Sul, têm feito muito pouco para resolver os problemas das próprias comunidades, e apesar do esforço que fazem, que tem sido pouco mesmo, os cidadãos têm corrido para espaços onde acham que devem ser resolvidos os seus problemas de busca de bens,” disse.

Perante esta situação, o nosso entrevistado defende que a atitude de condenação não resolve o problema, “porque mesmo condenando, a atitude dos sul-africanos ainda continua. A apreciação deles para com os emigrantes não muda, porque eles têm problemas que eles acham que os moçambicanos, os zimbabwianos e os outros estão a lhes tirar o pão na boca, quer dizer, estão a lhes a tirar o emprego. Portanto, se o governo sul africano não ampliar os postos de emprego para acomodar os nativos vai ser difícil ultrapassar o problema,” realçou a fonte

O Professor não descarta a possibilidade de existir um aproveitamento político no sentido de que alguma camada política sul-africana, que não se sente realizada, queira se aproveitar da situação para mediar o problema fazendo uma propaganda para resolver os seus intentos.

“O que acontece é que há muitos países, principalmente aqueles com um olhar imperialista sobre o mundo que financiam organizações da sociedade civil e começam a destabilizar o seu próprio país. Até organizações políticas recebem dinheiro, financiamentos e fazem papéis que criam problemas sérios no seu país, isso por um lado para descredibilizar os governos ali presentes e provavelmente cumprir com as agendas desses financiadores. Mas não tiro a responsabilidade do governo sul-africano trabalhar a fundo, mas também as organizações políticas têm a responsabilidade de cuidar e de resolver os problemas de emigrantes de outra forma e não nos moldes que está a acontecer,” sublinhou Nicula.

A fonte exortou ainda aos países africanos em que os seus cidadãos estão a sofrer a tomarem uma posição. “O importante é trabalhar no sentido daqueles emigrantes que estão em Moçambique e legais gozem dos seus direitos e os que não são legais sejam repatriados e se tornem mais legais, é o que devia acontecer na África do Sul.” 

Todavia, de acordo com o nosso entrevistado, os outros países deviam ajudar o governo sul-africano a colocar a mão na consciência para trabalhar a fundo para ultrapassar rapidamente esta questão porque se não, isso vai pôr em causa o próprio governo sul-africano e em causa os compromissos da SADC. (Francisco Mário)

HCN prevê devolver a visão a cerca de 120 pacientes de catarata

Nampula (IKWELI) – O Hospital Central de Nampula (HCN), maior unidade sanitária da região norte de Moçambique, prevê restituir a visão a cerca de 120 pacientes que se encontram a padecer de catarata, numa campanha gratuita a decorre desde o dia 15.

A informação foi revelada esta terça-feira (16), pela responsável do departamento de Oftalmologia do HCN, Sofia Omar, quem assegurou que os idosos são os que registam maiores casos da doença.

“A catarata se não for tratada leva a cegueira, no entanto, é possível evitar e o único tratamento é cirúrgico, daí que é importante logo que se descobre este problema dirigir-se a unidade sanitária e garantir as consultas,” declarou.

Por outro lado, aquela responsável revelou que a catarata tornou-se um problema de saúde pública e “com esta campanha, queremos abranger mais pessoas com dificuldades de visão e principalmente a camada vulnerável.”

O HCN instalou brigadas móveis operatórias nos distritos de Monapo, Nacala, Eráti, Angoche, Moma e Ribaué, os quais são tidos como os que mais casos de catarata registam. (Nelsa Momade)

Com 7 especialistas na reforma HCN garante que não haverá deficiências na prestação de serviços de saúde

Nampula (IKWELI) – Pelo menos 7 médicos especialistas do Hospital Central de Nampula (HCN) foram a reforma ao longo da semana finda, uma situação que os gestores daquela unidade de saúde garantem que não vai afectar o decurso normal das actividades.

Apesar da garantia das autoridades do hospital, médicos daquele hospital denunciaram existir falta de médicos, sobretudo das áreas dos médicos reformados.

Face a esta alegação da falta de especialistas no HCN manifestada pelos já desligados do quadro do pessoal médico, Antônio Carlos, porta-voz do HCN, disse, esta terça-feira (16) a imprensa, que a instituição já vinha formando médicos especialistas desde o ano em que tiveram carta de aviso. “É um assunto que não cabe a instituição, neste momento está sendo gerido pelo ministério da Administração Estatal e Função Pública, assim como o da Saúde. Como sabe, somos uma instituição governamental, mas temos aqui que garantir que o desligamento não está a afectar o normal funcionamento do hospital,” disse Carlos, anotando ainda que “temos neste momento, a nível da cirurgia geral, mais de 20 médicos em residência a treinar para serem especialistas, temos mais de cinco médicos que também estão a treinar para ser especialistas de ginecologia e outros de diferentes áreas.”

Carlos declarou que foram recebidos quatro médicos para o serviço de cirurgia geral e três de cirurgia vascular, para cobrir as possíveis lacunas que surgiriam com a reforma dos 7 médicos.

Aquele responsável referiu que, recentemente, foi afecto no quadro de funcionários, um médico otorrinolaringologista, dois médicos de ortopedia, dois médicos de clínica geral, três ginecologistas, um especialista em cardiologia, e um médico oftalmologista.

A fonte indicou que o processo de reforma deve ser visto como normal, e, também, de passagem de testemunho, por isso as diversas áreas estão sendo cobertas e neste momento a situação está controlada e sempre os pacientes continuam com o seu processo de atendimento normal. (Nelsa Momade)

Governo mobiliza parceiros para enfrentar desafios da educação e preparar Jogos escolares fase nacional 2026

Nampula (IKWELI) – A ministra moçambicana da Educação e Cultura, Samaria Tovela, reuniu-se, esta segunda-feira (15), em Maputo, com os Amigos da Educação e Cultura para analisar os principais desafios que afectam o sector e apresentar o ponto de situação dos preparativos para a realização do XVI Festival Nacional dos Jogos Desportivos Escolares, agendado para a província de Inhambane ainda no corrente ano.

O encontro serviu, igualmente, para reforçar a colaboração entre o Governo e os seus parceiros estratégicos, numa altura em que o sector procura responder às crescentes necessidades de expansão da rede escolar, melhoria das infraestruturas e fortalecimento da qualidade do ensino em todo o país.

Durante a reunião, Samaria Tovela apelou às instituições públicas e privadas para que reforcem o seu envolvimento no apoio ao sector, através da comparticipação em iniciativas destinadas à melhoria das condições das escolas e do processo de ensino e aprendizagem.

Ao abordar a expansão da rede escolar, a governante destacou os progressos alcançados nos últimos anos, sobretudo no ensino primário, graças a aproximação das escolas às comunidades. “A massificação do acesso à educação no país é um marco importante para o crescimento do sector. Reduzimos a distância entre a escola e a residência dos alunos, principalmente no ensino primário. Embora existam desafios no ensino secundário, gradualmente o sector está a aproximar as escolas às comunidades,” garantiu a ministra da Educação e Cultura.

Apesar dos avanços registados, a governante reconheceu que persistem desafios significativos ligados à reabilitação das infra-estruturas escolares, ao saneamento, à disponibilidade de professores e à construção de novas escolas para responder ao crescimento do número de alunos.

“Enfrentamos desafios no que concerne à reabilitação das infra-estruturas escolares, do sistema de saneamento, a redução do rácio aluno-professor e a construção de novas escolas que acompanham o crescimento demográfico e a entrada de novos alunos, a cada início do ano lectivo.”

Relativamente aos materiais didácticos, Samaria Tovela explicou que o ministério procedeu a revisão dos conteúdos do ensino primário, com enfoque na qualidade científica e linguística, bem como na valorização da história nacional. “Revisamos todos os materiais do ensino primário nas componentes científica e linguística, podemos evidenciar a inserção de datas históricas e comemorativas, impulsionando assim a sua valorização histórica e da moçambicanidade.”

A governante revelou ainda que estão previstas a construção de 12 escolas a nível nacional e a reconstrução de infraestruturas degradadas, destacando as intervenções previstas nas Escolas Secundárias de Namaacha e de Chibuto.

Por sua vez, os Amigos da Educação e Cultura reafirmaram o compromisso de continuar a mobilizar recursos e parcerias para apoiar a melhoria das condições de ensino e contribuir para o alcance das metas definidas no Programa Quinquenal do Governo 2025-2029. (Malito João)

Cidadãos de Nampula apelam a conservação da moeda nacional

Nampula (IKWELI) – Comemorou-se, nesta terça-feira (16), o Dia da Moeda Nacional, o Metical, data que igualmente coincide com o Dia da criança africana.

E na cidade de Nampula, munícipes apelam a necessidade da conservação da moeda nacional contra todas as formas maléficas da sua utilização e/ou destruição.

Assane Tualibo, mototaxista, mostrou insatisfação com a circulação de notas amarrotadas, ao mesmo tempo que apela a conservação. “Há notas que não estou gostando, a de 50,00mt (cinquenta meticais) e 200,00Mt (duzentos meticais). É um dinheiro que não gosto como está. Por mim, ficaríamos com as notas antigas. Dizer que não é bom a falsificação do metical. Apelo à conservação do metical.”

Ussene Momade Ussene, apesar de desconhecer a história do metical, embora seja vendedor há 22 anos, reforçou o apelo à conservação de todas as notas em circulação. “Trazem dinheiro num estado não bom. Gostaria que parassem. Rasgam de propósito, escrevem. Nas mercearias, os estrangeiros recusam-se a receber o dinheiro rasgado. É prejuízo para nós. Nós não valorizamos a moeda nacional. Conservemos”, frisou.

Recorde-se que o Metical é o nome oficial da moeda nacional desde 16 de junho de 1980. (José Pinto)

Crianças de Nampula dedicam o 16 de Junho ao casal Salimo

Nampula (IKWELI) – Mais de uma centena de crianças da província de Nampula, que representaram outros petizes nas cerimónias do Dia Internacional da Criança Africana, celebrado nesta terça-feira (16), na vila de Nametil, sede do distrito de Mogovolas, dedicaram o evento ao governador Eduardo Mariamo Abdula e a sua esposa, Nazira Abdula, pela entrega do casal na defesa e protecção dos direitos da criança.

O evento marcou o encerramento da quinzena da criança, cuja sessão principal foi orientada pela directora provincial do Género, Criança e Acção Social, Cedinha Mpila, e participaram entidades públicas, privadas e da sociedade civil.

Mpila transmitiu uma mensagem, da esposa do governador, Nazira Abdula, de agradecimento e gratidão pelo reconhecimento recebido, bem como a reafirmação do compromisso do Governo Provincial em continuar a trabalhar para garantir um ambiente seguro, inclusivo e acolhedor para o crescimento saudável das crianças. 

Na ocasião, reforçou ainda que os direitos da criança devem ser plenamente respeitados e alertou que as tarefas domésticas não devem ser confundidas com trabalho infantil ou forçado. (Redação)

Vendedor esfaqueia suposto bandido em alegada legítima defesa no Mercado dos Belenenses

Nampula (IKWELI) – Na manhã de domingo (14), um indivíduo desconhecido, de aproximadamente 45 anos de idade, introduziu faca no corpo de um suposto bandido no mercado municipal dos Belenenses, nos arredores da cidade de Nampula, numa tentativa de se defender de um assalto.

Segundo testemunhas, o indivíduo agiu em alegada legítima defesa, pois “os bandidos teriam tentado furtar valores do suspeito e ele reagiu com facadas. Os comparsas, ao aperceberem-se do perigo, fugiram após o ocorrido. A vítima terá sido socorrida e encaminhada para o Hospital Central de Nampula (HCN)”.

Uma outra testemunha que também não quis identificar-se disse que os assaltantes fizeram-se passar de clientes normais antes de um deles receber uma facada. “Eu pensava que eram pessoas normais, queriam comprar bananas. De repente só vi o jovem caído e ensanguentado”, relatou.

Por sua vez, uma vendedeira que também preferiu manter-se no anonimato disse ter passado por situações semelhantes que resultam em furtos. “Costumam ser 6 ou 8 jovens. Tiram faca e ameaçam as vítimas. Eu já sofri um furto há dias neste mesmo mercado. Se calhar o senhor que esfaqueou esse bandido queria defender-se”, afirmou.

“Foi muito bom o que ele fez. Ou era ele ou esses bandidos. Os outros colocaram-se em fuga. Nós não conhecemos o senhor, mas agiu em legítima defesa. Quando você tenta ajudar, os malfeitores viram-se contra si”, anotou uma outra fonte no local. (José Pinto)

Namapa discute sentido da vida

Nampula (IKWELI) – A Escola Secundária de Namapa, no distrito de Eráti, acolheu no sábado (13) um café literário organizado pelo Grupo de Escritores de Nampula (GEN) denominado “O ser humano e o sentido da vida”, com o objectivo de impulsionar os alunos daquele estabelecimento de ensino público a reflexão sobre o significado da existência.

Amélia Inácio Omia, Professora e Madre, disse, na qualidade de oradora, que é difícil descobrir o sentido do ser humano porque trata-se de uma questão complexa, por isso, não existe uma única maneira de definir o ser humano, pois o ser humano não é só razão e é mais que isso.

“O ser humano pode ser compreendido no âmbito filosófico, psicológico e espiritual. O ser humano é um ser humano formado por umas três dimensões que são o corpo que é a parte visível, dimensão da alma que é parte invisível e espírito que constitui a dimensão divina. Cada uma dessas dimensões é uma área imperiosa para o ser humano,” disse Omia.

A oradora asseverou que “o corpo é a manifestação física e material do ser humano, também é o veículo terrestre que alberga a mente e espírito durante a vida. ao passo que é um elo intermediário entre o corpo e o espírito, então o espírito é um traço divino que está marcado no ser humano, que nos guia na força do mais poderoso do universo, o amor,” precisou.

De acordo com Omia, isso mostra que o ser humano é uma complexidade, pois ele é um conjunto de situações que cientificamente o ser humano tem uma interpretação tanto como socialmente, “Nós somos comunidade somos chamados a viver em pequenas comunidades que são as nossas famílias e essas famílias pertencem a comunidade que pode ser um bairro, distrito, assim sucessivamente,” realçou.

Segundo a fonte, o ser humano consegue se relacionar com o meio ambiente através dos cinco (5) sentidos, “A alma é a parte imaterial que dá vida ao corpo, ao passo que a mente é uma parte invisível,” rematou.” 

No fim do encontro, os alunos mostraram satisfação pela oportunidade de ter mais conhecimento, e a direcção da escola agradeceu pela iniciativa. (Francisco Mário)

FDC capacita OCB’s em matéria de Desenvolvimento da Primeira Infância

Nampula (IKWELI) – A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) tem vindo a fortalecer a capacidade das Organizações de Base Comunitária (OCB’s) de Nampula e nesta segunda-feira (15) promoveu um treinamento para a adoção de estratégias para o desenvolvimento da primeira infância.

A iniciativa é apoiada prla Fundação Conrad N. Hilton e a Associação Wona Sanana.

Na ocasião, a representante do FDC, Clara Ferrão, explicou que o desenvolvimento da Primeira Infância é um dos investimentos mais estratégicos, pois “os primeiros 1000 dias são determinantes para o desenvolvimento cognitivo, emocional e físico das crianças, influenciando de forma significativa os resultados educacional, social e económico ao longo da vida.”

Por sua vez, o Chefe do Departamento de Saúde Pública na Direcção Provincial da Saúde, Jaime Miguel, recomendou maior enfoque nos cuidados da primeira Infância. “É importante entender que até alguns anos o DPI não era levado a sério, cientificamente está provado que até os 1000 dias são dias sagrados, até esta altura, os pilares do nosso cérebro, são consolidados.”

Miguel ainda chamou atenção para a necessidade de que a primeira infância seja tratada com maior zelo mesmo antes do nascimento da criança, “O DPI não só deve ser falado nos primeiros meses até aos 5 anos, é preciso que a gente fale do DPI mesmo antes da criança existir, com a nossa parceira, filhos, nossos amigos. É preciso que a gente converse com os nossos filhos ainda no ventre,” referiu a fonte. (Fátima Mugaveia)