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Governo de Nacala apela responsabilidade colectiva na proteção do mangal

Nacala (IKWELI) – O Secretário Permanente (SP) do distrito de Nacala, na província de Nampula, Teófilo Feliciano Pedro, apelou, no sábado (1), a comunidade daquela parcela do país para que se una na conservação e utilização sustentável do mangal.

O apelo foi feito na praia da Madalena, onde destacou a importância dos mangais na proteção da biodiversidade, reprodução de espécies marinhas, promoção da pesca artesanal, segurança alimentar e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas.

“Os mangais desempenham um papel fundamental na protecção da biodiversidade e na reprodução de diversas espécies marinhas. São também importantes para a pesca artesanal, a segurança alimentar das nossas comunidades e para a mitigação dos efeitos das mudanças climáticas,” disse.

O SP usou, igualmente, da ocasião para lembrar da vulnerabilidade a que o planeta está devido a destruição do mangal e defendeu o reforço da cooperação entre as instituições públicas, parceiros de desenvolvimento, sector privado, organizações da sociedade civil, líderes comunitários, pescadores e a população.

“A protecção dos mangais é uma responsabilidade colectiva. Precisamos de fortalecer a cooperação e garantir que as comunidades sejam parte activa das acções de conservação.”

O evento contou com parceiros de desenvolvimento, técnicos do Serviço Distrital das Actividades Económicas, representantes do Instituto oceanográfico de Moçambique, líderes ambientais, pescadores e líderes comunitários. (Francisco Mário)

Zumbi pega fogo em Angoche

Nampula (IKWELI) – Um incêndio destruiu, na noite de sexta-feira (31.07), a Zumbi Estúdio, propriedade do produtor e cantor Difour, no distrito de Angoche, província de Nampula. O sinistro consumiu equipamentos de produção musical avaliados em cerca de 70.000,00Mt (setenta mil meticais), interrompendo temporariamente as actividades do espaço.

O fogo deflagrou por volta das 23 horas, quando o artista ainda se encontrava no local. No interior da residência estavam duas crianças, o cunhado e a filha de Difour, que assistiam desenhos animados no computador. “De repente as chamas tomaram conta da sala da magia musical. Foi tudo muito rápido,” relatou o produtor.

Entre os bens destruídos constam computadores, televisores, microfones e outros equipamentos utilizados na captação e produção de áudio. Segundo o músico, os danos foram totais. “Ficou tudo em cinzas. Perdemos material avaliado em cerca de 70 mil meticais. Nenhum equipamento teve recuperação,” lamentou.

Em consequência do incêndio, as gravações na Zumbi Estúdio foram suspensas, afectando os trabalhos em curso. Apesar das perdas, Difour assegura que pretende retomar a produção o mais breve possível. “As actividades de captação de áudio vão parar por um tempo, mas prometo voltar a gravar ainda na próxima semana,” garantiu.

As causas do incêndio ainda são desconhecidas e deverão ser apuradas pelas autoridades competentes. O incidente não provocou vítimas, tendo resultado apenas em elevados prejuízos materiais para o proprietário do estúdio. (Malito João)

Nampula: Artistas pedem maior proteção das suas obras

Nampula (IKWELI) – Os artistas da cidade de Nampula pedem ao governo moçambicano a criação de ferramentas que protejam as suas criações, sobretudo na era digital para que possam usufruir do esforço empreendido na produção das diferentes manifestações culturais.

O pedido foi feito na sexta-feira (31.7), na Casa Provincial da Cultura de Nampula, durante o lançamento da consulta pública sobre os direitos dos autores na era digital, onde afirmaram que a implementação do dispositivo, que protege os autores, vai ajudar o sector criativo porque só assim haverá benefícios pelos seus trabalhos.

“Com o mundo digital perdemos muito, eu penso que é de graça e com essa iniciativa, tenho esperança que com o pouco vai ser partilhado,” disse Igor Ângelo, actor do grupo teatral Nguenha.

O escritor Donça Damiro afirmou que na era digital os livros são falsificados com maior facilidade, porque o governo moçambicano tem défice na proteção dos direitos autorais daí que existe uma grande necessidade da protecção.

“Temos exemplos de alguns países como por exemplo Brasil em que uma frase que você vai citar sendo que não foi você quem escreveu deve identificar o autor, portanto é muito bom ter iniciativas para salvaguardar os interesses dos artistas,” realçou Damiro.

Na mesma senda, o músico e secretário executivo da Associação dos Músicos de Nampula, Sebastião Damas, assegurou que na era digital é possível levar o trabalho de um determinado artista e colocar a circular sem autorização do seu autor.

“Eu penso que deve-se usar um sistema de controle de forma que os nossos trabalhos não sejam pirateados. A tecnologia é boa, mas devemos saber usar havendo um grande controle, através das instituições do Estado para garantir os direitos dos autores,” apelou Damas.

O nosso entrevistado argumentou ainda que se não houver medidas, vão se beneficiando segundas pessoas em relação aos verdadeiros autores. “Aconselho que o governo tenha um papel muito importante para regulamentar com sanções aplicáveis,” exortou a fonte.

Já o delegado do Instituto Nacional das Indústrias Culturais e Criativas, a nível da região Norte, Sónio Sulemane, explicou que com as transformações tecnológicas actuais surge a necessidade de aprimorar cada vez mais os instrumentos que protegem os artistas.

“Os desafios na era digital são bastantes como por exemplo, a usurpação dos direitos no digital. Se antigamente nós tínhamos uma versão mais tradicional, agora com a tecnologia as pessoas aproveitam o esforço alheio,” sublinhou o delegado. (Francisco Mário)

Mogincual: Reassentamento devolve esperança às famílias da Ilha de Nathonthue

Nampula (IKWELI) – As famílias que viviam na Ilha de Nathonthue, no distrito de Mogincual, em Nampula, começaram a escrever um novo capítulo das suas vidas com o arranque do processo de reassentamento promovido pelo local.

A medida contempla a entrega de talhões parcelados a moradores que residiam numa zona considerada de elevado risco, constantemente ameaçada pela erosão costeira e por fenómenos climáticos extremos, permitindo-lhes construir as suas casas num local mais seguro.

Durante a cerimónia, o administrador de Mogincual, João Bento Zampula, afirmou que a iniciativa responde às preocupações manifestadas pela população ao longo dos últimos anos e representa um compromisso do Governo com a proteção da vida e a melhoria das condições de habitação das famílias.

Segundo explicou, além dos talhões, os beneficiários terão acesso gratuito às licenças de ocupação de solo e de construção, bem como a outros incentivos previstos no processo.

“Esta acção enquadra-se na visão de governação de Sua Excelência Daniel Francisco Chapo, Presidente da República de Moçambique, que tem colocado entre as prioridades nacionais a adaptação às mudanças climáticas, a redução do risco de desastres e a construção de comunidades mais resilientes. O reassentamento responde, igualmente, a uma aspiração antiga da população de Nathonthue, que há vários anos vinha solicitando a sua transferência para uma área segura”.

Para muitas famílias, a entrega dos talhões representa muito mais do que um espaço para construir uma casa. Significa deixar para trás anos de medo provocados pelo avanço do mar e pela destruição causada pelos eventos climáticos, abrindo caminho para uma vida com maior segurança e melhores perspectivas para o futuro.

Em representação dos beneficiários, um membro da comunidade manifestou satisfação pela concretização da iniciativa e destacou o impacto que o reassentamento terá na vida das famílias.

“A entrega dos talhões simboliza o início de uma nova esperança. A iniciativa devolve tranquilidade às famílias e permite-lhes encarar o futuro com maior confiança, oferecendo melhores perspectivas para os seus filhos e para as gerações vindouras.” (Malito João)

Sobrelotação de cadeias preocupa perdizes em Nampula

Nampula (IKWELI) – Um grupo da delegação política provincial do partido RENAMO em Nampula manifestou preocupação com as condições em que vivem os reclusos no Estabelecimento Penitenciário Provincial de Nampula, após uma visita de caráter humanitário realizada na quinta-feira (30.08).

O partido afirma ter encontrado um cenário marcado por sobrelotação, carência de medicamentos e dificuldades no atendimento das necessidades básicas dos detidos.

A visita foi liderada pela delegada política provincial da RENAMO, Abiba Aba, quem explicou que a iniciativa teve como objetivo avaliar as condições de vida dos reclusos e prestar apoio humanitário aos mais necessitados.

Durante a deslocação, a comitiva constatou que algumas celas acolhem cerca de 120 reclusos, número que, segundo a delegação, compromete as condições de habitabilidade e o bem-estar dos detidos.

Além da superlotação, foram identificadas limitações no acesso a medicamentos destinados a reclusos com doenças crónicas, insuficiência de esteiras para dormir e dificuldades no fornecimento de alimentação.

Como resposta imediata, a RENAMO entregou diversos bens de apoio, entre os quais farinha, arroz, óleo alimentar, sabão, sabonetes, escovas de dentes e esteiras, visando aliviar parte das dificuldades enfrentadas pela população prisional.

No decurso da visita, Abiba Aba encontrou-se igualmente com o activista Jota Pachoneia, tendo afirmado que o mesmo se encontra em boas condições de saúde. A dirigente referiu que, embora o activista não seja membro da RENAMO, considera-o um cidadão que tem defendido causas de interesse público.

A delegada aproveitou a ocasião para apelar às instituições da administração da justiça a imprimirem maior celeridade aos processos dos cidadãos que permanecem em prisão preventiva por longos períodos.

Como exemplo, mencionou o caso de um adolescente de 16 anos que, apesar de já ter cumprido a pena de oito meses a que foi condenado, continua detido e, segundo informações recebidas pela delegação, deverá ser libertado apenas dentro de aproximadamente 20 dias, situação que classificou como preocupante. (Malito João)

SENAMI na Zambézia enfrenta desafios financeiros para repatriar imigrantes ilegais

Quelimane (IKWELI) – Limitações financeiras estão a afectar a capacidade operacional do Serviço Nacional de Migração (SENAMI) na província da Zambézia, comprometendo o repatriamento de cidadãos estrangeiros em situação migratória irregular.

A preocupação foi tornada pública na passada quinta-feira (30.08) durante as celebrações do 51.º aniversário da instituição.

O director provincial de Migração, Nazir Jalilo, afirmou que a escassez de recursos constitui um dos maiores entraves ao funcionamento do sector, reduzindo a frequência das operações de repatriamento e criando dificuldades para responder às necessidades de controlo migratório.

Apesar desse cenário, Jalilo assegurou que a instituição que dirige continua a intensificar acções de fiscalização, inspecção e controlo nas zonas fronteiriças e em outros pontos estratégicos da província, com o objectivo de garantir o cumprimento da legislação migratória.

O responsável reconheceu o empenho dos funcionários do SENAMI, destacando que o trabalho desenvolvido tem permitido assegurar o funcionamento dos serviços, mesmo diante das limitações orçamentais enfrentadas pela instituição.

Na mesma cerimónia, o Secretário de Estado na Zambézia, Avelino Muchine, apelou aos agentes de Migração para que mantenham elevados níveis de profissionalismo, disciplina e dedicação no exercício das suas funções, sublinhando a importância do sector na preservação da segurança e da ordem pública.

As comemorações do 51.º aniversário do Serviço Nacional de Migração serviram igualmente para reconhecer o papel da instituição na gestão dos fluxos migratórios e para renovar o compromisso das autoridades em procurar soluções que reforcem a capacidade operacional do sector na província. (Malito João)

Está difícil conservar corpos em Mocuba: Morgue do Hospital Distrital carece de mais espaço

Mocuba (IKWELI) – O director-geral do Hospital Distrital de Mocuba, Joaquim Adelino, reconheceu na sexta-feira (31.08) que a morgue daquela unidade sanitária não dispõe de espaço suficiente para receber corpos, situação que tem estado a comprometer o curso normal das actividades naquele sector.

Segundo o dirigente, a situação vem se verificando há mais de 2 anos, após um vendaval que afectou parte da infraestrutura. “Depois do vendaval que nos fustigou há 2 anos, a nossa morgue precisa de uma reabilitação condigna porque a conservação dos corpos não é das melhores, precisamos de mais espaço porque a demanda é maior nesta unidade sanitária,” disse.

A fonte ainda reforçou que aquela unidade sanitária recebe pacientes de diversos pontos da província da Zambézia. “Nos últimos 5 anos, o hospital alargou em termos de prestação de serviço e as suas atividades equiparam-se as de um hospital geral, digo isso porque nós recebemos transferidos da zona norte da província da Zambézia que são os distritos de Milange, Mulumbo, Namarroi, Lugela, em algum momento Maganja da Costa, Mucubela, Mulevala e Gurúè. Na verdade, é uma unidade sanitária de referência. Também temos serviços de Ortopedia,” declarou.

Adelino, igualmente, destacou o aumento no número de partos naquela unidade de saúde. “O primeiro semestre de 2026 comparativamente a 2025, tivemos uma evolução de 3.2%, significa 2500 partos, contra 2,115 em 2026, na verdade a taxa de nascimento não está estagnada,” explicou.

O director lamentou com preocupação o mau o uso da unidade sanitária por parte de alguns utentes que fazem da unidade sanitária sua casa. “Muitas comunidades não sabem usar a unidade sanitária, digo isso principalmente na maternidade. Uma parturiente aparece acompanhada por 10 acompanhantes e não fazem nada, só ficam sentados com tendência de cozinhar nas varandas, vendo essa situação foi criada uma casa denominada mãe espera com condições mínimas, infelizmente não servimos refeições as acompanhantes por causa da situação que já é conhecida. (Fátima Mugaveia)

Reforçando compromisso com o bem-estar da população: FRELIMO em Nampula exige mais resultados dos municípios

Nampula (IKWELI) – O partido FRELIMO defendeu, no sábado (1), em Nampula, uma actuação mais dinâmica e orientada para resultados por parte dos municípios sob sua gestão, durante o encerramento da XXIV Reunião Provincial de Balanço das autarquias da província.

O encontro serviu para avaliar o desempenho dos oito conselhos autárquicos dirigidos pelo partido e identificar os principais desafios que ainda afectam os munícipes.

Ao encerrar os trabalhos, o primeiro-secretário do Comité Provincial da FRELIMO em Nampula, Gilberto Francisco, afirmou que o balanço permitiu medir o nível de gestão dos municípios e perceber até que ponto as acções desenvolvidas têm respondido às expectativas da população.

Segundo o dirigente, apesar dos progressos registados nos últimos anos, persistem problemas que exigem maior empenho dos gestores municipais para garantir melhores condições de vida às comunidades. Para Gilberto Francisco, é fundamental transformar as dificuldades em oportunidades de desenvolvimento.

“Terminamos a nossa reunião convictos de que é necessário trabalhar os desafios em oportunidades trabalhando com disciplina, espírito de equipe e sentido de responsabilidade”, disse Francisco.

Na ocasião, o primeiro-secretário recordou que os autarcas eleitos pela FRELIMO devem corresponder à confiança depositada pelos cidadãos, pautando a sua governação por transparência, responsabilidade e foco na resolução das preocupações da população.

O responsável acrescentou que os municípios devem reforçar a proximidade com os residentes e acelerar a implementação de ações que produzam impactos concretos no bem-estar das comunidades.

A reunião decorreu numa fase em que a FRELIMO intensifica os preparativos para a realização da 11.ª Conferência Nacional de Quadros, processo que, segundo o partido, visa consolidar estratégias e definir prioridades para responder aos desafios do desenvolvimento e das populações. (Malito João)

Esposa do Governador de Nampula lança projecto para transformar quintais em unidades produtivas

Nampula (IKWELI) – A esposa do governador de Nampula, Nazira Abdula, lançou, no sábado (1), o Projecto Casa Sustentável, uma iniciativa que visa transformar quintais familiares em pequenas unidades produtivas, capazes de gerar rendimento, reforçar a segurança alimentar e melhorar a qualidade de vida das comunidades.

Na ocasião, afirmou acreditar no potencial das mulheres de Nampula, destacando que investir nelas significa fortalecer as famílias e impulsionar o desenvolvimento local.

Inspirado na visão do Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, o projecto arrancou com a entrega de kits para construção de capoeiras e produção de hortícolas a 20 mulheres, enquanto outras 50 beneficiárias do bairro de Napipine receberam insumos agrícolas para desenvolver as suas actividades produtivas. Segundo Dra. Nazira Abdula, a iniciativa pretende incentivar a autonomia económica das famílias através da produção nos quintais.

Após o lançamento, Nazira Abdula visitou a horta da primeira beneficiária-piloto, no quintal da menina Eufrásia, onde manifestou satisfação com os resultados alcançados, considerando-os um reflexo do potencial do projecto. A cerimónia contou com a presença da Esposa do Secretário de Estado na Província, da Administradora do Distrito de Nampula, do Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Nampula, membros do Governo Provincial, parceiros do Gabinete da Esposa do Governador e outros convidados. (Redação)

Disputa por clientes leva trabalhadoras de sexo macuas a ocupar espaço antes dominado por malawianas no Axinene

A disputa pelo mercado da prostituição no Axinene, considerado o maior centro de prostituição da cidade de Nampula, está a ganhar novos contornos. Nos últimos tempos, trabalhadoras de sexo sobretudo macua têm vindo a ocupar o espaço que, durante vários anos, foi maioritariamente dominado por mulheres de nacionalidade Malawiana.

Segundo apurou o Ikweli, em anos anteriores a actividade era exercida, em grande parte, por cidadãs estrangeiras, sobretudo malawianas.
Entretanto, esse cenário tem vindo a mudar com a crescente presença de mulheres moçambicanas, que reivindicam maior espaço no mercado.

Em declarações ao Ikweli, uma trabalhadora de sexo afirmou que a mudança resulta da necessidade de sobrevivência. “Já abrimos os olhos. Estamos a perder os nossos clientes por causa dessas estrangeiras. Não estamos a discriminar ninguém, mas também queremos sobreviver. Há dias em que uma pessoa passa a noite inteira sem conseguir nem 100 meticais. Precisamos ocupar o nosso espaço,” explicou.
A situação tem dividido opiniões entre os residentes da cidade de Nampula. Alguns entendem que a disputa representa uma forma de discriminação contra as cidadãs estrangeiras, enquanto outros consideram tratar-se apenas de concorrência num contexto de dificuldades económicas.

Para Mito Carlos, a atitude de algumas trabalhadoras do sexo moçambicanas é inadequada. “Lembro-me que quem iniciou esta actividade aqui foram as malawianas. Na minha opinião, deviam encontrar uma forma de convivência, em vez de querer expulsar outras mulheres. Esse comportamento é muito feio,” afirmou.

O Ikweli tentou igualmente ouvir a versão das trabalhadoras de sexo estrangeiras, mas sem sucesso. Algumas recusaram prestar declarações, limitando-se a dizer que não havia necessidade de expor a situação, sustentando apenas que “cada um faz o seu trabalho.”
O negócio de sexo na cidade de Nampula está a tomar contornos alarmantes, até 17 horas quase todos prostíbulos da praça ficam quase lotados devido a maior procura dos serviços daquelas mulheres. (Malito João)