Nampula (IKWELI) – A Universidade Lúrio (UniLúrio) realiza, hoje, sexta-feira (28), a sua Cerimónia Central de Graduação, na Faculdade de Ciências Agrárias, Campus Universitário de Uanango, no distrito de Sanga, província do Niassa.
A cerimónia, segundo um comunicado da instituição, reunirá dirigentes da Universidade, representantes de instituições públicas e privadas, autoridades provinciais e distritais, docentes, estudantes, graduados, familiares, parceiros de cooperação e outros convidados.
Durante o acto, está prevista a participação de 81 graduados dos cursos de Licenciatura em Desenvolvimento Rural, Engenharia Florestal e Engenharia Zootécnica, bem como do Mestrado em Desenvolvimento Rural, ministrados pela Faculdade de Ciências Agrárias.
Os 81 graduados integram um universo de 550 estudantes que a Universidade Lúrio prevê graduar ao longo de 2026, no âmbito das cerimónias de graduação das diferentes unidades académicas da instituição.
O programa contempla igualmente uma Exposição Académica e Científica, que permitirá apresentar projectos, iniciativas de investigação e actividades de extensão desenvolvidas pela Universidade Lúrio, evidenciando o contributo da instituição para a produção de conhecimento e para o desenvolvimento das comunidades.
A Cerimónia Central de Graduação constitui um dos momentos mais significativos do calendário académico da Universidade Lúrio, ao assinalar a conclusão de uma etapa de formação e a colocação à disposição da sociedade de novos profissionais preparados para contribuir para o desenvolvimento de Moçambique. (Redação)
Nampula (IKWELI) – Os atletas de diferentes modalidades das três delegações oriundas das províncias de Nampula, Niassa e Cabo Delgado, que vão representar a região norte no XVI⁰ Festival Nacional dos jogos desportivos Escolares, a decorrer entre 29 de Agosto a 6 de Setembro do ano corrente, carregam o sonho de levar os melhores resultados para as suas zonas de origem.
Os atletas de ambos géneros, falavam nesta quarta-feira (26), durante o reencontro das três delegações, no distrito de Nicoadala, após uma longa distância percorrida, em direção a cidade de Quelimane, com o objectivo de pernoitar, para no dia 27 continuar com a viagem a cidade de Inhambane, local onde irá decorrer o festival.
Alguns dos nossos entrevistados reiteraram o seu desejo de vencer. “A viagem está a ser boa, mas ao mesmo tempo cansativa por se tratar de uma viagem longa, mas estamos preparados para participar do jogo e vencer.”
“Tive a oportunidade de ter a experiência com os adversários, sobretudo de Cabo Delgado, e foi boa, pois esperamos levar as medalhas para a nossa província, porque este é que é o nosso objectivo,” disse Fernando Celestino, atleta do Niassa.
Por outro lado, Abdulahe Maique, também atleta, disse que “a viagem está sendo boa, estou apenas com curiosidade de chegar a Inhambane, para poder cumprir aquilo que é a nossa missão.”
Para Inhambane, Nampula segue com 189 atletas, Niassa com 175 e Cabo Delgado com 165 atletas. (Virgínia Emília)
Nampula (IKWELI) – O ritmo, dança e a identidade cultural de Rapale vão ganhar espaço numa das maiores vitrines de promoção cultural e económica do país. Um grupo de dança da Escola Secundária de Rapale foi seleccionado para integrar a representação artística da província de Nampula na 61ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM).
De acordo com o governo local, a participação dos jovens artistas representa mais do que uma simples actuação. É uma oportunidade para levar ao público de diferentes pontos do país as expressões culturais de Rapale, mostrando através da dança parte da riqueza cultural que continua a ser preservada pelas novas gerações.
Antes da partida, o Governo do Distrito de Rapale realizou uma cerimónia de despedida ao grupo, que contou com a presença do director dos Serviços Distritais de Educação, Juventude e Tecnologia, Carlos Marcelino, em representação da administradora do distrito, Maria Noventa Victor. Na ocasião, o dirigente encorajou aos jovens a assumirem a participação como uma oportunidade de mostrar o seu talento e representar condignamente o distrito e a província.
Para além da apresentação artística, a presença do grupo na FACIM deverá permitir o contacto com outras manifestações culturais, criando oportunidades de intercâmbio e aprendizagem.
O Governo de Rapale considera que a iniciativa contribui para dar maior visibilidade ao potencial artístico local e incentivar os jovens a continuar a valorizar e preservar as tradições culturais do distrito.
Com os tambores, movimentos e expressões que caracterizam a sua dança, os jovens de Rapale seguem para a FACIM com a missão de transformar o palco em espaço de afirmação da sua identidade cultural, levando consigo o nome de Rapale e o património cultural de Nampula. (Malito João)
Nampula (IKWELI) – Mais de 200 jovens do Conselho de Zona de Muatala, na cidade de Nampula, iniciaram uma nova etapa das suas vidas ao serem encaminhados para um centro de formação, onde vão frequentar cursos do Saber Fazer em diferentes áreas de formação profissional.
A iniciativa promovida pela Organização da Juventude Moçambicana (OJM) de Muatala, está a ser recebida com satisfação pelos jovens beneficiários, que consideram a oportunidade um momento importante para adquirirem conhecimentos e aprenderem uma profissão que lhes permita construir o próprio futuro.
Para muitos dos beneficiários, a formação representa mais do que uma bolsa de estudo, sendo vista como uma oportunidade única para começar a fazer alguma coisa pela própria vida, através da aquisição de competências que poderão ajudar na procura de emprego ou na criação de pequenos negócios.
O Secretário da OJM do Conselho de Zona de Muatala, Felismino Marcelo Chuar, apelou aos jovens a aproveitarem a oportunidade com responsabilidade, disciplina e dedicação, destacando que a formação profissional pode contribuir para a autonomia económica e melhoria das condições de vida.
A parceria entre a OJM e o referido centro de formação surge como uma aposta na valorização da juventude, criando oportunidades para que os jovens desenvolvam capacidades práticas e tenham melhores condições para enfrentar os desafios do mercado de trabalho e do empreendedorismo.
Os jovens olham a oportunidade como espaço único para construção do futuro melhor. “Estou muito feliz com essa incitava esperamos que o governo possa trazer mais parcerias que possam nos ocupar, estamos muito agradecidos mesmo, assim depois de terminar o curso não vamos viver só, teremos alguma coisa para fazer, então estamos felizes pela inclusão neste projecto,” disse Carlos Jacinto um dos jovens de Muatala. (Malito João)
Nampula (IKWELI) – O autarca da cidade de Nampula, Luís Giquira, destacou, na tarde desta quinta-feira (27), a conclusão da asfaltagem da primeira faixa de rodagem e a escarificação da segunda faixa das avenidas 25 de Setembro e Paulo Samuel Kankhomba, durante o seu pronunciamento na III Sessão Ordinária da Assembleia Municipal.
Segundo Luís Giquira, a intervenção faz parte das acções desenvolvidas pelo município no âmbito da manutenção e obras, que incluem igualmente trabalhos de melhoria de vias em diferentes bairros da cidade.
Para Giquira, o município realizou também o “tapamento de buracos com solo-cimento nas duas faixas de rodagem da avenida Francisco Manyanga, partindo dos Serviços Provinciais de Migração até Avenida do trabalho.”
O edil informou ainda que foi “feita a manutenção em terraplanagem nos bairros. “Com intervenções no bairro de Muahivire, na Rua 2543 Unidade Comunal Mualule, numa extensão de 1,5 km, no bairro de Napipine, na Rua da Unidade, do Desvio do IMAP até à barragem, numa extensão de 7 km, e no bairro Urbano Central, na Rua da Zambézia, numa extensão de 0,35 km.
No bairro Piloto, de acordo com o autarca, foi realizada uma intervenção “da avenida do Trabalho até Escola Básica do Piloto, numa extensão de 2 Km.”
Na área de planeamento territorial e urbanização, Giquira informou que foram emitidas 303 licenças de ocupação de solo e construção, em conformidade com os instrumentos de ordenamento territorial e o Código de Postura Municipal em vigor.
O município acompanhou, igualmente, a resolução de 53 casos de conflitos de terra registados na área urbana, “promovendo a harmonização da convivência entre os Munícipes e a segurança da posse da terra.”
Ainda no domínio territorial, foram cadastradas 421 parcelas de terreno em diversos postos administrativos municipais, incluindo o levantamento e actualização de informação alfanumérica e espacial, “com vista ao fortalecimento da gestão territorial municipal.”
Luís Giquira informou igualmente que foram fiscalizadas 151 obras em curso na área municipal, assegurando o cumprimento das normas urbanísticas. No sector de obras, o município realizou também a construção de casernas, balneários e manutenção das salas de aulas no centro de treinos e preparação militar no bairro da Rex, “para acolher a formação dos Policias Municipais,” concluiu o autarca. (Malito João)
Nicoadala (IKWELI) – Os operadores de táxi de bicicleta que praticam suas actividades em diferentes praças do distrito de Nicoadala, na província da Zambézia, vivem dias de crescente insegurança, semeada por malfeitores, que preferencialmente praticam as suas acções na calada da noite.
Falando ao Ikweli nesta quarta-feira (26), alguns taxistas mostraram-se preocupados com a situação, alegando que muitas vezes os malfeitores aproveitam-se da vulnerabilidade das vítimas.
“Esses malfeitores estão em toda a parte, sempre acompanhamos que um dos nossos colegas foi levado, roubado a sua bicicleta ou mesmo batido, e nós acabamos ficando assim, porque se formos a tratar de segurança e a proteção da polícia não vamos tratar nada, porque quando levamos aos postos policiais não se resolve, acaba assim mesmo, és obrigado a trabalhar novamente para conseguir outra bicicleta e continuar com a sua actividade,” revelou um dos taxistas.
Sem opção, a fonte assegura que mesmo diante da insegurança instalada, continua a exercer a actividade. “Dependendo do dia, conseguimos trabalhar, apesar de que os preços são baixos, dependendo da distância ou destino do passageiro, cobramos 10,00Mt (dez meticais) a 20,00Mt (vinte meticais). Por dia, dependendo do movimento de clientes, conseguimos 150,00Mt (cinto e cinquenta meticais) a 300,00Mt (trezentos meticais), e por causa desse trabalho consegui comprar minha bicicleta, porque no início eu alugava diariamente a 50,00Mt (cinquenta meticais).”
Por outro lado, Custódio Manuel, taxista de bicicleta há quatro anos, explica que os assaltos acontecem de forma recorrente. Esse caso de assalto tem sido frequente, sobretudo de bandidos que se fazem de clientes que pedem emprestado as nossas bicicletas alegando que tem trocha a carregar, só que depois acabam roubando e vão embora, foram muitos casos, já nos ameaçaram de morte várias vezes.”
“Nós só estamos aqui para não cometermos outros casos criminais, não ganhamos praticamente nada, mas por dia conseguimos 100,00Mt (cem meticais) a 200,00Mt (duzentos meticais), que também não tem sido suficiente para nós. Mas, pelo menos, eu já vinha economizando e consegui comprar a minha bicicleta por 5.000,00Mt (cinco mil meticais),” concluiu aquela fonte.
Por sua vez, Armarinho Adelino, outro taxista de bicicleta, acrescentou que “apesar desses casos, conseguimos ajudar as pessoas a chegar ao seu destino, e cobramos a partir de 10,00Mt, dependendo da distância, e por dia consigo ganhar 150,00Mt a 200,00Mt.” (Virgínia Emília, em Nicoadala)
Nampula (IKWELI) – A província de Nampula viveu, nas últimas quatro semanas, uma redução dos problemas de escassez de combustível, depois das medidas adoptadas pelo governador Eduardo Mariamo Abdula, com destaque para a proibição da venda do produto em galões e da sua proliferação na via pública.
Após a implementação destas medidas, a cidade de Nampula passou a registar um cenário diferente nas bombas de combustível, com menos enchentes e quase sem vendedores informais a comercializar o produto nas ruas.
Entretanto, nos últimos dias, o Ikweli foi informado sobre o surgimento de um novo “modus operandi” usado por alguns vendedores para continuar com o negócio ilegal de combustível. Em alguns locais, os galões são colocados de forma disfarçada, parecendo recipientes usados para venda de água.
Segundo informações recolhidas, a gasolina também estará a ser comercializada de forma escondida em algumas residências dos bairros da cidade. Os vendedores utilizam diferentes estratégias para evitar chamar a atenção das autoridades e dos moradores.
Uma das práticas consiste no uso de motorizadas e viaturas para abastecer combustível nas bombas e, posteriormente, transferi-lo para recipientes, com destaque para tambores e galões.
Segundo as nossas fontes, casos há em que alguns clientes fazem encomendas de gasolina, sendo o produto colocado em galões e depois transportado dentro de caixas para disfarçar a chamada “bolada”, prática que anteriormente era mais visível nas ruas.
“Essa bolada já continuou, mas de uma forma diferente. Você pode controlar as mesmas casas que vendiam combustível no bairro, elas ainda continuam, mas agora encontras galão ou funil, logo os clientes já sabem que aqui tem gasolina,” disse uma das fontes.
A mesma fonte manifesta preocupação com o aumento das filas nas bombas e pede maior fiscalização nos bairros. “Estamos a pedir uma outra forma de fiscalização, se possível nas residências onde a Polícia desconfia, porque é muito feio. Gasolina está nos bairros e não nas bombas.”
Durante uma ronda realizada pelo Ikweli em algumas zonas da cidade, foram observadas viaturas a abastecer combustível e, posteriormente, a transferi-lo para galões, numa prática que pode estar relacionada com os novos métodos de comercialização ilegal do produto.
Rivaldo Manuel, taxista de mota, confirma a existência da situação e considera constrangedora. “Eu vi com meus olhos ontem pessoas que vieram abastecer mais de três vezes, enquanto nós estamos na bicha,” afirmou, defendendo um trabalho mais rigoroso das autoridades nas bombas para desencorajar a prática e evitar que a situação volte a provocar escassez de combustível na cidade. (Malito João)
Nampula (IKWELI) – Durante os primeiros seis meses do corrente ano, a província de Nampula registou o total de 535 casos de uniões prematuras envolvendo crianças dos 15 aos 17 anos de idade.
Nesta quinta-feira (27), a cidade de Nampula acolheu o II Fórum Provincial de Líderes Comunitários, momento que serviu para discutir sobre a problemática. O evento decorreu sob lema “Liderança Responsável, Futuro Seguro.”
Luís Augusto, que representou a directora provincial do Género, Criança e Acção Social no evento, explicou que, no mesmo período, outras 182 crianças foram reintegradas nas suas famílias, 266 que voltaram à escola e 93 se encontram a receber apoio psicólogo.
“Os resultados apresentados durante 6 meses do ano em curso é uma demonstração clara que muito está a ser realizado ao nível de todos os distritos da província de Nampula, no entanto, persistem desafios,” disse, apelando o envolvimento de todos no combate a práticas que concorram para a violação dos direitos da rapariga.
O Secretário Permanente do distrito de Nampula, Orlando Dias, que também participou do fórum, assegurou que fortalecer as capacidades das lideranças comunitárias vai ajudar, de forma significativa, a reduzir uniões prematuras.
“As uniões prematuras continuam a roubar o futuro das crianças, o lugar das raparigas é na escola, é urgente trazer o fim desta problemática embora seja desafiante. A união prematura é uma violação grave que aumenta a pobreza e compromete o desenvolvimento, daí que os líderes comunitários são chamados como principais autores para o combate cerrado das uniões prematuras porque nenhuma lei funciona por si apenas, é necessário o envolvimento de todos.”
Na mesma senda, a oficial de programas e gestora regional da FDC (Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade) em Nampula, Clara Ferrão, recordou que as uniões prematuras revestem-se de consequências que prejudicam o futuro da rapariga.
“As uniões prematuras constituem uma grave ameaça aos direitos e o futuro das raparigas, pese embora em algum momento estão a normalizar as uniões prematuras e esquecem-se o peso real na vida das raparigas. Quando nós estamos a falar das uniões prematuras é descrever conjuntos de situações como a violência física e psicológica que acontece com as crianças.”
No entanto, a FDC, em Nampula, destacou que durante o ano de 2024, registou 86 casos contra 70 casos de uniões primeiras em 2025. “Embora tenha se registado essa redução, ainda existe muito trabalho a ser feito, a liderança comunitária desempenha um papel fundamental na prevenção das uniões prematuras por estarem próximas das famílias, os líderes estão numa posição privilegiada para influenciar comportamentos e identificar situações de risco, também desencorajar práticas prejudiciais e encaminhar as autoridades de justiça.”
Enquanto isso, Márcia João, em representação das raparigas em Nampula, pediu socorro e combate cerrado às uniões prematuras em Nampula.
“Eu sou a voz de todas as raparigas, não queremos casar antes dos 18 anos e mesmo pequenas temos sonhos e as uniões destroem os nossos sonhos, os líderes são guardiões das comunidades e quando um líder se levanta contra a união prematura a comunidade respeita, protejam-nos deste mal,” pediu.
Os líderes comunitários, por sua vez, prometeram o envolvimento, denúncia e maior cooperação para o combate das uniões prematuras.
O II fórum de líderes comunitária é implementado pela FDC em parceria com as Nações Unidas, e espelha-se como um espaço de diálogo, troca de experiências entre as lideranças, sociedade civil, governo, instituições de ensino, órgãos de justiça e outros actores. (Nelsa Momade)
Nampula (IKWELI) – O bairro de Napipine, nos arredores da Universidade Rovuma, acordou agitado nesta quinta-feira (27) na sequência de um roubo ocorrido numa residência, de onde, indivíduos até agora não identificados, terão levado praticamente todos os bens existentes no interior da casa.
Segundo informações recolhidas no local, os suspeitos terão iniciado a sua acção no dia anterior, ao roubarem um tubo PVC de canalização de água que ligava a casa de banho a um dreno. No dia seguinte, terão regressado ao local e arrombado a porta de uma residência vizinha de construção precária, de onde levaram diversos bens.
Uma das nossas fontes ouvida no local e que não quis se identificar explicou que “ao amanhecer, quando passava pelo caminho para buscar água no poço, vi a porta dessa casa caída no chão e admirei, até que dava para ver completamente o interior da casa e pedacinhos da parede da porta no chão, assim como a porta, fui chamar outros vizinhos para juntos vermos e também chamamos familiares dos proprietários da casa.”
Outro morador, identificado como Yuri, afirmou ao Ikweli que aquela não é a primeira vez que a zona é alvo de roubos diversos. “Outra vez, numa outra casa, de dia, os donos saíram ao mercado logo quando regressaram a porta estava com a fechadura danificada e o telefone que estava lá dentro a carregar teriam roubado. Segundo ele, esta já seria a terceira ocorrência do género, situação que tem deixado os moradores preocupados e assustados. Aqui no bairro a pessoa não pode esquecer nada fora ou na casa de banho ao voltar a coisa já não estão lá, eles levam tudo que apanham sejam baldes da casa de banho até sabão e pasta de dentes somem, é triste o que estamos a passar aqui no bairro,” avançou a fonte
No local, a nossa equipa acompanhou de perto a chegada dos proprietários da residência, os quais não quiseram dar muitos detalhes, mas confirmaram que os malfeitores levaram praticamente todos os bens.
Os residentes apelam às autoridades competentes para reforçarem a vigilância e adoptarem medidas que possam travar a onda de criminalidade que, segundo os moradores, tem afectado aquela zona do bairro de Napipine arredores da UniRovuma. (Higino Carlos)
População de Muhala-expansão, zona conhecida por Mutotope na cidade de Nampula diz-se aliviada com a colocação de lâmpadas na via pública, uma vez que vai facilitar a circulação de pessoas nas noites e prevenir agressões.
“Antes de se colocar essas lâmpadas não era fácil você circular nestas vias,” disse Nane Augusto residente na zona de Mutotope, bairro de Muhala-Expansão. “Esses gatunos ficam escondidos atrás dos muros ou mesmo nas matas à espera de uma pessoa qualquer que decidiu se aventurar em passar neste local e era agredido até mesmo se não tiver sorte era morto.”
Oubio Estevão, outro morador daquela circunscrição declarou, “A Eletricidade de Moçambique EDM, veio colocar essas luzes para nos tirar do sofrimento, havia assaltos na calada da noite por conta da escuridão, eles aproveitavam fazer das suas,” disse, lembrando que, “Lembro que no ano antepassado meu primo foi agredido quando vinha do serviço, e ele não estava sozinho, estava com Taxista de Mota, os dois sofreram grandes ferimentos que até foram parar no hospital.”
Outra fonte que não quis se identificar, comentou, “Era normal por ano ouvir mais de 5 vezes que encontramos corpos sem vida com sinais de espancamento ou mesmo esfaqueamento, para mim me parece que até outros eram atirados aqui por conta da situação em que se encontrava. (Hermínio Raja)