Pelo menos 30 meios circulantes foram parqueados na manhã desta Quarta-feira (02) em Nampula, numa acção coordenada entre Polícia de trânsito (PT), a Associação Moçambicana para as Vítimas de Insegurança Rodoviária (ANVIRO) e o Conselho Municipal de Nampula (CMCN) com vista a reduzir casos de acidentes de viação na via pública.
Carta incompatível, ausência de ficha de inspeção, problemas mecânicos, ignorância de regras de trânsito e outros são algumas das infrações praticadas por condutores e transeuntes no espaço rodoviário.
O porta-voz da polícia de trânsito, Egídio Pedro, reafirmou que persiste o comportamento humano é que tem perigado vidas na rodovia, “em pouco tempo, a polícia de trânsito parqueou um número considerável de veículos por irregularidades ao longo da via pública, por isso, a polícia em colaboração com outras instituições tem vindo a levar a cabo uma atividade que vela pela segurança rodoviária, o trabalho de sensibilização é um acto contínuo para garantir a ordem e segurança na via pública,” disse o responsável.
Durante a fiscalização, alguns infractores foram multados, “como os jornalistas viram durante a sensibilização, há muitos condutores ilegais e por isso houve necessidade de educar e aplicar multas consoante a gravidade do assunto, mas o nosso objetivo principal é reduzir os casos de acidentes de viação e atropelamentos,” acrescentou Pedro.
Por seu turno, o chefe das relações públicas da polícia em Nampula, Dércio Samuel, ] referiu, “as cartas e outros documentos apreendidos, serão devolvidos quando os condutores estiverem altamente organizados para se fazerem a via. Os motociclistas não observam as regressas de trânsito e este é um cenário que temos vindo a reportar há longo tempo, as nossas acções serão contínuas e mais forças para pôr o fim da problemática que periga saúde.”
Enquanto isso, os motoristas interpelados sem documentação completa do veículo, transferem a responsabilidade para o patronato, que frequentemente ignoram as exigências legais e pressionam os trabalhadores a operar na ilegalidade. (Nelsa Momade)

