
Nampula (IKWELI) – A Escola Secundária de Namapa, no distrito de Eráti, acolheu no sábado (13) um café literário organizado pelo Grupo de Escritores de Nampula (GEN) denominado “O ser humano e o sentido da vida”, com o objectivo de impulsionar os alunos daquele estabelecimento de ensino público a reflexão sobre o significado da existência.
Amélia Inácio Omia, Professora e Madre, disse, na qualidade de oradora, que é difícil descobrir o sentido do ser humano porque trata-se de uma questão complexa, por isso, não existe uma única maneira de definir o ser humano, pois o ser humano não é só razão e é mais que isso.
“O ser humano pode ser compreendido no âmbito filosófico, psicológico e espiritual. O ser humano é um ser humano formado por umas três dimensões que são o corpo que é a parte visível, dimensão da alma que é parte invisível e espírito que constitui a dimensão divina. Cada uma dessas dimensões é uma área imperiosa para o ser humano,” disse Omia.
A oradora asseverou que “o corpo é a manifestação física e material do ser humano, também é o veículo terrestre que alberga a mente e espírito durante a vida. ao passo que é um elo intermediário entre o corpo e o espírito, então o espírito é um traço divino que está marcado no ser humano, que nos guia na força do mais poderoso do universo, o amor,” precisou.
De acordo com Omia, isso mostra que o ser humano é uma complexidade, pois ele é um conjunto de situações que cientificamente o ser humano tem uma interpretação tanto como socialmente, “Nós somos comunidade somos chamados a viver em pequenas comunidades que são as nossas famílias e essas famílias pertencem a comunidade que pode ser um bairro, distrito, assim sucessivamente,” realçou.
Segundo a fonte, o ser humano consegue se relacionar com o meio ambiente através dos cinco (5) sentidos, “A alma é a parte imaterial que dá vida ao corpo, ao passo que a mente é uma parte invisível,” rematou.”
No fim do encontro, os alunos mostraram satisfação pela oportunidade de ter mais conhecimento, e a direcção da escola agradeceu pela iniciativa. (Francisco Mário)
