Nampula (IKWELI) – Pelo menos 300 expositores são esperados na 7ª edição da FENA [Feira Económica de Nampula], a realizar-se entre os dias 22 e 28 de Junho, evento que deverá ser visitado por mais de 10 mil pessoas.
Segundo o director da Indústria e Comércio, Jeremias Muapaz, simultaneamente, no dia 24 de julho, vai ter lugar a 2ª edição a Conferência Internacional de Nutrição e Agronegócios (CINA).
“Julgamos que será um espaço de trocas de experiências, através de workshops sobre o fórum econômico da província de Nampula que vai juntar o governo e o sector privado para discutir as situações que apoquentam a classe empresarial.”
Muapaz explicou que neste momento decorrem os preparativos do evento, incluindo montagem de tendas onde funcionarão os serviços.
“Também teremos um posto de saúde e vamos prover diversos serviços públicos para a nossa população que eventualmente irá visitar a feira. Por exemplo, o serviço de registo e notariado que permitirá o tratamento de cédula pessoal e outros, teremos a Migração e os serviços de INATRO [Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários]. Dentro da FENA vamos prover todos os serviços que o Estado pode oferece e queremos reforçar que esta é uma iniciativa do Conselho Executivo Provincial, liderado pelo governador da província de Nampula, Eduardo Mariamo Abdula.” (Nelsa Momade)
Nampula (IKWELI) – A Organização para Promoção da Paz e Desenvolvimento Humanitário (ORPHAD) juntou, nesta segunda-feira (1), um total de 50 jovens da província de Nampula para discutir sobre mecanismos sustentáveis de prevenção e gestão de conflitos que ocorrem, principal, em Cabo Delgado.
Face as preocupações dos jovens, foi oficialmente lançado o projecto denominado RAÍZES DA PAZ, um Programa que visa o engajamento comunitário para Construção da Agenda da Paz e do Plano de Acção Nacional de Juventude, Paz e Segurança em Moçambique.
Segundo o presidente da ORPHAD em Nampula, Ismael Abraão, Moçambique, apesar da sua trajetória marcada por múltiplos conflitos, incluindo a luta de libertação nacional, a guerra civil, a insurgência armada e diversas tensões políticas, eleitorais, económicas, sociais e ambientais ainda não dispõe de uma Agenda Nacional de Paz, de uma Estratégia Nacional de Paz, nem de um Plano de Acção Nacional de Juventude, Paz e Segurança.
“Esta situação limita a institucionalização de mecanismos sustentáveis de prevenção e gestão de conflitos, bem como o envolvimento estruturado da juventude nos processos de construção da paz e reconciliação nacional. Ao mesmo tempo, a juventude moçambicana representa um importante activo estratégico para o desenvolvimento do país.”
Por outro lado, a fonte assegura que persistem desafios relacionados com o acesso limitado à informação, défice de capacitação técnica, reduzidas oportunidades de participação, insuficiência de financiamento e fraca coordenação de iniciativas juvenis ligadas à paz e segurança.
“Neste quadro, o Seminário Nacional de Lançamento do Projecto “Raízes da Paz” constitui uma plataforma estratégica de apresentação pública da iniciativa, socialização, mobilização institucional e alinhamento de actores locais, visando consolidar parcerias, reforçar o compromisso colectivo e fortalecer as capacidades dos jovens e das instituições sobre os fundamentos, processos e mecanismos de elaboração do Plano de acção Nacional de Juventude, Paz e Segurança em Moçambique” explicou.
Na mesma senda, em representação do Conselho Provincial da Juventude em Nampula, Irene Leite, afirmou que o terrorismo em Cabo Delgado impede a paz e a consolidação nacional. “Queremos que os terroristas desistam da guerra, como jovem preocupados com a situação temos promovido diálogos distritais, provincial e nacional.” (Nelsa Momade)
Nampula (IKWELI) – Um total de 300 crianças da comunidade de Mualamacoze, no posto administrativo de Alua, no distrito de Eráti, na província de Nampula, beneficiaram na manhã desta segunda-feira (1) de um registo de nascimento gratuito, uma iniciativa da organização Save the Children, através do projecto She Belongs in School (Ela Pertence à Escola) que visa reforçar a permanência da rapariga na escola e combater as uniões prematuras.
O registo abrangeu crianças órfãs, deslocadas e vulneráveis, com idades compreendidas entre 6 e 15 anos, e foi realizado no decorrer de uma Feira de Educação comunitária, com o objectivo de garantir a retenção da rapariga no sistema de ensino.
O projecto She Belongs in School reuniu várias actividades educativas e de sensibilização, entre as quais palestras, concursos de leitura e matemática, dramatizações, bem como a prestação de serviços de registo de nascimento e saúde.
A iniciativa visa fortalecer a consciência comunitária sobre a importância da educação da rapariga, da igualdade de género e da protecção da criança.
Durante a feira, os participantes foram incentivados a debater os principais desafios que contribuem para o abandono escolar, procurando soluções locais que garantam que mais crianças, sobretudo raparigas, concluam os seus estudos.
A actividade também promove o envolvimento das famílias e lideranças comunitárias na criação de um ambiente favorável à aprendizagem.
O oficial do projecto She Belongs in School, Osório Cadeado, explicou que a iniciativa está a ser implementada nas províncias de Nampula e Niassa em 140 escolas.
“Dizer que esta Feira da Educação da Rapariga foi pensada para sensibilizar a rapariga, a comunidade e a escola para que não sejamos responsáveis para fazer perder o direito da criança à educação, estamos aqui para, de forma conjunta, tentar explicar que a criança, apesar das dificuldades, das barreiras económicas, distâncias longas, uniões prematuras que muitas são vítimas viemos aqui dizer apesar disso tudo, nós como parceiros, como governo, como comunidade devemos lutar para retirar esses males, então neste a escola de Mualam acoze foi escolhida para acolher essa cerimónia”.
“Porque algumas não têm documentos, então de forma coordenada com serviços de notariado, conservatória estamos a efectuar essa actividade.”
Por sua vez, a chefe do Posto Administrativo de Alua, Célia António, manifestou satisfação com a iniciativa, destacando o seu impacto positivo na comunidade.
As Feiras de Educação estão a decorrer em vários distritos da província de Nampula, nomeadamente Nacarôa, Nacala-à-Velha e Eráti. Através destas acções de mobilização comunitária, a Save the Children pretende contribuir para o aumento da permanência escolar e para a criação de melhores oportunidades de desenvolvimento para as crianças.
Importante sublinhar que o projecto She Belongs in School (Ela pertence à escola) é implementado nas províncias de Nampula e Niassa, com financiamento do Government of Canada, tendo como principal objectivo apoiar a permanência e a reintegração da rapariga na escola. (Malito João, em Alua)
Nacala (IKWELI) – A Dra. Nazira Abdula, esposa do governador de Nampula, procedeu, nesta segunda-feira (1), a inauguração da Escola Comunitária do Bairro de Minhewene, na periferia da cidade de Nacala, uma infraestrutura construída com apoio de parceiros.
Em Minhewene, acompanharam a esposa do governador as esposas do autarca local e do comando provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM).
A esposa do autarca de Nacala, Agira Giquira, afirmou, na ocasião, que “hoje é um dia de alegria e orgulho para a comunidade de Minhewene. Não estamos apenas a inaugurar uma escola comunitária; estamos a testemunhar que, quando existe união, solidariedade e vontade de servir, é possível transformar sonhos em realidade. Há algum tempo constatámos que esta comunidade, com mais de 17 mil habitantes, não possuía uma infra-estrutura capaz de responder às necessidades da população. Foi assim que nasceu o projecto “Um Bairro, Uma Escola Comunitária”.
No seu discurso, a esposa do governador de Nampula, Nazira Abdula, apelou a necessidade contínua do combate às uniões prematuras, assim como a gravidezes precoces, destacando o compromisso da proteção da criança e dos seus direitos.
“Hoje vivemos um dia duplamente abençoado. Primeiro, porque o mundo inteiro celebra o 1 de junho, Dia Internacional da Criança. É o dia de renovar, em voz alta, o nosso compromisso de proteger cada criança, cada menina e cada menino. Segundo, porque este compromisso ganha formação ganha tijolo e cimento, ganha vida aqui em Minhewene. Ganha forma nesta linda escola comunitária que hoje inauguramos,” disse a esposa do governador, recordando que “está é uma escola do futuro. É uma infraestrutura multifuncional, pensada para servir a todos.”
Num outro desenvolvimento, a Dra. Nazira referiu que “não haverá futuro próspero se falharmos em proteger as nossas crianças,” e “proteger a criança é responsabilidade de todos. É responsabilidade do pai que diz vai à escola. É da mãe que segura a mão até à sala de aula. É do professor que não desiste. É do líder comunitário que diz não a união prematura. É do governo que constrói escolas como esta. É de cada um cada um de nós.” “Esta escola é o novo coração do bairro, e ele vai bater forte por muitos anos,” concluiu a esposa do governador de Nampula, Nazira Abdula, no seu discurso de ocasião. (Redação)
Nampula (IKWELI) – O distrito de Liupo, em Nampula, voltou a destacar-se no desporto escolar provincial ao conquistar o primeiro lugar na modalidade de jogos tradicionais masculinos durante os Jogos Desportivos Escolares, fase provincial, reforçando a sua posição entre os principais celeiros de talentos da província.
Além do título nos jogos tradicionais, a delegação arrecadou medalhas de prata nas corridas de resistência dos 300 e 800 metros e no salto em comprimento, totalizando cinco medalhas na competição.
O desempenho colectivo foi ainda coroado com a selecção do maior número de atletas de Liupo para representar a província na fase nacional dos jogos, um feito considerado histórico para o distrito.
Perante os resultados alcançados, o administrador distrital de Liupo, César Nacuo, enalteceu a entrega dos atletas e de toda a equipa técnica, sublinhando que a conquista é fruto do empenho e da disciplina demonstrados ao longo da preparação.
“Estamos muito felizes. Os nossos atletas seguiram as recomendações dadas e representaram o distrito com grande dedicação. Liupo agradece o esforço demonstrado. Brilharam e fizeram-nos brilhar”, afirmou César Nacuo.
O dirigente acrescentou que os resultados alcançados servem de incentivo para continuar a investir na massificação do desporto escolar, criando oportunidades para que mais jovens possam desenvolver os seus talentos e representar o distrito em competições de maior dimensão. (Malito João)
Nampula (IKWELI) – A contribuição de dois atletas de Nampula na histórica qualificação de Moçambique, na categoria de sub-17, ao mundial Qatar 2026, não passou despercebido no seio do Conselho Executivo Provincial da capital do norte.
Trata-se dos jogadores Steys e Flávio, ambos formados no clube Ferroviário de Nampula que, este ano integraram a selecção nacional de futebol masculina sub-17, vulgo mambinhas, no Campeonato Africano das Nacões, CAN da categoria, que decorre em Marrocos.
Apesar de não ter atingido os lugares de pódio, aquele grupo de rapazes fez parte da história de levarem o futebol moçambicano aos palcos do mundial.
Para o governo de Nampula, Steys e Flávio representaram e dignificaram os mais de 7 milhões de habitantes da província de Nampula, a mais populosa de Moçambique. Por reconhecer este feito, para além de uma recepção jamais vista na história do futebol nampulense, na noite da última quinta-feira (28), no aeroporto internacional de Nampula, o Conselho Executivo de Nampula convidou aos dois atletas a um almoço inserido em mais uma sessão daquele órgão, realizada na sexta-feira (29).
Coube ao governador de Nampula, Eduardo Mariamo Abdula, receber os dois atletas com abraços, seguido de notas de felicitações pelo feito que os mambinhas conseguiram, no meio de aplausos de outros membros do Conselho Executivo Provincial, maioritariamente Directores de diversos sectores.
Pacre Chehane, Director da Juventude, Emprego e Desporto de Nampula, falando em representação do governador, frisou que a integração daqueles dois nos Mambas, constitui enorme satisfação para a província, pois jovens que estavam se sentindo incapazes vão acreditar que tudo é possível e que as oportunidades existem.
Pacre Chehane enfatizou, por outro lado, que mesmo na selecção A os jogadores de Nampula devem ser apostas, de modo que os Mambas consigam trilhar nos melhores caminhos e um dia, conseguir apuramento a um mundial.
“Isso mesmo, a semelhança dos mambinhas, queremos que isso aconteça nos Mambas. Se acontecer isso nos Mambas, havemos de ir ao mundial, sem falta. Se integrar jogadores de Nampula, Moçambique vai ao mundial, sem dúvidas”, precisou Pacre Chehane, titular da pasta da Juventude, Emprego e Desporto ao nível da província de Nampula.
Os atletas mostraram-se satisfeitos e agradeceram o carinho demonstrado pelas autoridades governamentais tanto central, assim como da província. Ao Ikweli, eles disseram que vão continuar a trabalhar afincadamente para honrar o nome Moçambique, começando pela província.
“É um sentimento muito bom, agradeci pela recepção do governador aqui no gabinete dele. Estou muito feliz, às vezes fico sem saber o que dizer porque é tanta alegria, é uma honra estar aqui com essas pessoas, nos receberam muito bem, nos deram muito carinho. Foi algo muito bom e estou feliz”, disse Steys.
“Fiquei muito feliz, o governador nos recebeu bem. Agradeço muito, é um sonho estar aqui. Nos receberam bem e com carinho”, disse Flávio, outro mambinha de Nampula. (Constantino Henriques, colaboração)
Nampula (IKWELI) – A segurança do Hospital Central de Nampula (HCN) neutralizou, na manhã desta segunda-feira (1), uma viatura de marca Toyota, modelo Ractis, transportando, no seu recinto, quantidades avultadas de soro fisiológico.
Segundo sabe o Ikweli, o produto furtado faz parte dos medicamentos que, na semana passada, o governador de Nampula, Eduardo Mariamo Abdula, fez entrega ao HCN, após uma mobilização satisfeita por um parceiro de cooperação.
A Administração do HCN confirmou que o condutor da viatura é um funcionário da instituição, actuando como motorista, e o mesmo foi encaminhando para a 2ª Esquadra para averiguações subsequentes. (Redação)
Nampula (IKWELI) – Docentes e pesquisadores moçambicanos e brasileiros defenderam, recentemente, na cidade de Nampula, que a forte presença de expressões de origem africana na língua e cultura brasileiras resulta de processos históricos de resistência, preservação da memória e intercâmbio entre África e a diáspora.
A reflexão teve lugar durante uma palestra promovida pela Faculdade de Educação e Psicologia (FEP) da Universidade Rovuma, que reuniu os professores Gerôncio Barbosa, pesquisador brasileiro, e Sónia Cumbe, docente da Faculdade de Letras da UniRovuma.
Durante o encontro, os especialistas destacaram que diversas palavras utilizadas diariamente no Brasil têm raízes africanas, sobretudo provenientes das línguas Bantu, predominantes na África Austral, e das línguas Yorubas, originárias da costa ocidental africana.
Termos como “cafuné”, “caçula”, “quitanda”, “dengo” e “samba” foram apontados como exemplos da influência africana na formação do português falado naquele país.
Além da dimensão linguística, os participantes discutiram a importância da descolonização do conhecimento, da valorização das línguas e saberes africanos e do fortalecimento da cooperação académica entre Moçambique e Brasil.
Para os oradores, a linguagem representa um importante instrumento de memória, identidade e resistência cultural, evidenciando o papel central de África na construção da cultura brasileira. (Malito João)
Maputo (IKWELI) – Durante um debate na capital do país, na sexta-feira (29.05), sobre o acesso universal da energia elétrica em Moçambique, foi constactado que os custos elevados dos sistemas fora da rede travam acesso universal à energia que o país quer atingir até 2030.
A directora da Divisão de Electricidade do Fundo Nacional de Energia (FUNAE), Arcádia Nhatumbo, alertou que os elevados custos dos sistemas de energia fora da rede passaram a ser um dos principais obstáculos para o alcance do acesso universal à eletricidade que Moçambique almejava alcançar até ao ano de 2030.
A mesma posição foi partilhada pelo pesquisador da Universidade Eduardo Mondlane e bastonário da Ordem dos Engenheiros, Alberto Tsamba, e pelo representante da Universidade Pedagógica, Paulino Muebe.
Os dois especialistas apontaram ainda as dificuldades financeiras das famílias, a dispersão populacional, a vandalização de infra-estruturas, o roubo de energia e as barreiras aduaneiras à importação de equipamentos solares como factores que limitam a expansão do acesso à energia, sobretudo nas zonas rurais.
Igualmente, os participantes manifestaram preocupação com os prejuízos causados pelo vandalismo e pelo roubo de energia. Por exemplo, nos últimos 12 anos, cerca de 108 milhões de dólares foram reinvestidos na reposição de infra-estruturas danificadas e na compensação de perdas, valor que, segundo os intervenientes, permitiria ligar aproximadamente 170 mil novos consumidores à rede eléctrica.
Como soluções, Alberto Tsamba defende a promoção da eficiência energética e a criação de mecanismos de inclusão para garantir o acesso universal à electricidade. A proposta deve prevê um consumo mínimo gratuito para famílias sem capacidade financeira, subsidiado pelos consumidores urbanos e pelo sector industrial, numa lógica de solidariedade social.
Por sua vez, Arcádia Nhatumbo apelou ao reforço das campanhas de sensibilização nas comunidades e escolas para evitar desperdícios e defendeu uma maior participação do sector privado na electrificação, especialmente através de sistemas fora da rede. Já Paulino Muebe considerou urgente a revisão das barreiras aduaneiras sobre painéis solares e outros equipamentos eléctricos, argumentando que as taxas elevadas dificultam o acesso da população a tecnologias alternativas de energia.
Dados apresentados no encontro indicam que foram mobilizados cerca de 337 milhões de dólares para apoiar o programa de acesso universal à energia, mas os painelistas alertaram que o prazo de 2030 está cada vez mais próximo e defenderam a aceleração da implementação de soluções concretas e sustentáveis para garantir energia para todos os moçambicanos. (Antónia Mazive)
Nampula (IKWELI) – O autarca da cidade de Nampula, Luís Giquira, participou esta semana no Fórum B2B de Atração de Investimentos, que decorre em Macau, China, onde manteve encontros estratégicos com empresários, investidores e representantes de instituições internacionais interessados em estabelecer relações de cooperação com o município de Nampula.
Durante o evento, foram harmonizados diversos interesses nas áreas de infraestruturas, comércio, mobilidade urbana, tecnologia, desenvolvimento empresarial e investimentos, num ambiente marcado pelo diálogo e pela procura de soluções concretas para impulsionar o desenvolvimento da cidade.
O ponto mais alto da participação da delegação municipal foi a assinatura de um Memorando de Entendimento entre o Município de Nampula e a Comissão Organizadora da Conferência Internacional de Intercâmbio Económico e Comercial da iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”. O instrumento fortalece oficialmente a cooperação estratégica entre as partes e abre caminho para futuras parcerias.
O acordo estabelece bases para a atracção de investimentos, transferência de tecnologia, promoção de pequenas e médias empresas, cooperação industrial e implementação de projetos estruturantes que poderão transformar vários sectores da cidade de Nampula.
Falando à margem do fórum, Luís Giquira afirmou que a participação no encontro representa mais um passo na estratégia municipal de abrir Nampula ao mundo, captar investimentos e criar oportunidades capazes de melhorar os serviços públicos e a qualidade de vida dos munícipes.
A missão de trabalho em Macau decorreu de 28 a 30 de Maio e inclui encontros com empresas e instituições interessadas em investir nos sectores de água, energia, saneamento, transportes, mercados modernos e soluções de cidade inteligente, áreas consideradas prioritárias para o crescimento sustentável da cidade de Nampula. (Malito João)