Nampula (IKWELI) – O governador de Nampula, Eduardo Mariamo Abdula, garantiu na manha desta quarta-feira (7) que a população já pode usufruir da praia de Carrusca, no posto administrativo de Chocas Mar, distrito de Mossuril, o qual tinha sido vedado por um grupo empresarial que adquiriu infra-estruturas na via que dá acesso àquela praia.
A praia de Carrusca é uma das mais cobiçadas e acessível para os residentes de Mossuril e visitantes.
Diante de denúncias populares, Abdula saiu em defesa do povo que o elegeu, por isso “o que se fez foi abrir as estradas. Para mim são indivíduos desconhecidos até ao momento, não conheço e nunca falei com nenhuma pessoa. O que nós encontramos ali são espinhosas que foram colocadas e mandamos, imediatamente, equipamentos para retirar.”
“Eles já foram notificados por vias legais pela Procuradoria e essa responsabilidade está com a Procuradoria. Se houve violação da lei, quem vai fazer a reposição da lei é a Procuradoria,” garantiu o governador, assegurando que “nós fizemos o que devíamos fazer, mas aproveito dizer que estão, neste momento, a carregar máquinas, já temos 4 basculantes no terreno. Queremos fazer a melhoria de todos os acessos que estão ali para a praia, de forma a que possa permitir a livre circulação de pessoas e bens.”
Num outro desenvolvimento, Abdula explicou que “o que efectivamente aconteceu foi o encerramento ilegal de acessos públicos à praia da Carrusca, em Chocas Mar, distrito de Mossuril, por iniciativa de indivíduos particulares. Assim que essa situação chegou ao conhecimento do governo provincial, foram imediatamente dadas orientações para a reposição da legalidade, tendo sido determinados e executados os procedimentos necessários para a reabertura dos referidos acessos.”
Por fim, o governador Eduardo Mariamo Abdula afirmou que “o governo da província de Nampula, e eu pessoalmente, enquanto líder deste governo, sempre em consonância com as orientações de Sua Excelência o Presidente da República, Daniel Chapo, estaremos permanentemente ao lado do povo e das comunidades locais, na defesa dos seus legítimos interesses e na garantia das condições de vida.” (Redação e Malito João)





