Nampula (IKWELI) – O director provincial da Indústria e Comércio, Jeremias Muapaz, disse, na tarde desta segunda-feira (15), que a VII edição da Feira Económica de Nampula (FENA 2026) espera receber mais de 250 empresas que vão expor os seus produtos e serviços.
O evento decorrerá por 7 dias, de 22 a 28 de junho corrente, esperando-se que mais de 300 expositores, dentre nacionais e estrangeiros, estejam presentes.
Segundo Muapaz, já existem confirmações de participação de expositores provenientes de várias províncias moçambicanas e de alguns países estrangeiros, o que demonstra a crescente dimensão e relevância da feira.
“Temos a confirmação de duas província, que é a província do Niassa e Cabo delgado e temos também alguns países estrangeiros, porque esta FENA está reservada um instante para acolher alguns países, refiro do Brazil, consolado do Mali, Malawi e Tanzânia.”
O responsável destacou que a presença de investidores nacionais e internacionais poderá impulsionar novas oportunidades de negócio e contribuir significativamente para o crescimento económico da província de Nampula.
Muapaz recordou que a FENA tem se destacado como um espaço de realização de grandes negócios, tal como se observou na edição passada em que a Airlink manifestou interesse e concretizou, a posterior, voos directos entre as cidades de Nacala e Johannesburg. Igualmente, a Nacala Logistics assinou um memorando de entendimento.
Por sua vez, o presidente do Conselho Empresarial Provincial de Nampula (CEP/CTA), Shekeel Ahmad, assegurou que o sector privado está fortemente envolvido na organização do evento e que não existem obstáculos que possam comprometer a sua realização.
“Os expositores estão aproximando cada vez, embora tenhamos espaço limitado, mas o sector privado está empenhado para poder participar nesta FENA. Listas estão lá visíveis, portanto está se envolver o sector privado para que não haja nenhuma especulação”.
A expectativa dos organizadores é que a VII edição da FENA consolide o seu papel como plataforma de promoção de investimentos, intercâmbio empresarial e fortalecimento das relações económicas entre Moçambique e os países participantes, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da província de Nampula e da região norte do país. (Malito João)




