Tio Salim, o fazedor de omeletes sem ovos!
Chegou ao poder por via das eleições de outubro de 2024 e mesmo antes de ser empossado (até durante a campanha) revelou-se um homem empático, humano e com compaixão para todos.
Quando, em janeiro de 2025, foi apresentado como governador de Nampula ordenou, imediatamente o levamento de medidas de segurança que proibiam cidadãos de passar por alguns pontos, sobretudo a residência oficial do governo. Alias, este foi o seu primeiro acto como governador da mais populosa província do país.
Como seu “welcome”, Nampula foi fustigado por ciclones, o que desafiou Eduardo Mariamo Abdula a encontrar alternativas de servir ao seu povo sem depender do orçamento do Estado.
A fúria das águas que galgaram o rio Monapo obrigaram que comunicações terrestres fossem cortadas para o norte da província, concretamente logo depois da vila de Namialo seguindo a província de Cabo Delgado. Aqui, o engajamento do governador valeu para que um desvio restabelece-se a circulação de pessoas e bens.
Do outro lado, quando a ponte sobre o rio Ampuesse “caiu”, Abdula teve, também, de encontrar parceiros para restabelecer a comunicação naquela via que vai dar o distrito de Mossuril.
Enquanto o resto das províncias do país esperava pelo Orçamento do Estado (OE) “cair”, Eduardo Abdula foi investindo no bem-estar da sua população, quer através de programa estruturantes, quer através de melhoramento dos anteriormente existentes, assim como a resposta a crises.
Parte dos distritos de Nampula (Eráti e Liupo, incluindo Lalaua) foram severamente destruídos por manifestantes e o governador teve de ir aos pontos mais críticos para “devolver” o Estado. Em pontos como Namirroa e Mirrote (no distrito de Eráti), Liupo, Mutuali (em Malema) e Nanhupo Rio (em Mogovolas) o Estado, praticamente, tinha disso desalojado e Abdula foi lá repor o normal funcionamento das instituições do Estado.
Enquanto isso, outros programas de governação e desenvolvimento decorriam na província, tal como o próprio distrito de Malema testemunhou o início da produção de batata reno de alto rendimento.
Já a meio do ano, Abdula “promoveu” a Feira Económica de Nampula (FENA), num modelo impressionante e jamais visto. Paralelamente, também, decorria a I Conferência de Nutrição e Agronegócio (CINA). Esses dois eventos redefiniram as prioridades da província em investimentos e programas de desenvolvimento. Como resultado, o governador conseguiu mobilizar a Airlink para voos semanais para o distrito de Nacala, cujas operações arrancam em fevereiro de 2026.
Na FACIM 2025, Eduardo Abdula dirigiu uma equipa que conseguiu trazer para Nampula os dois mais cobiçados prémios para a categoria de província, precisamente a “melhor província expositora” e “província revelação”.
Popularmente tratado por Tio Salim, o governador de Nampula tem sido um dirigente humanitário, que lidera com compaixão, empatia e compromisso em situações de crise ou necessidade, promovendo e apoiando o respeito pela dignidade e direitos humanos, a neutralidade e imparcialidade, focado em proteger e assistir as pessoas vulneráveis.
As uniões prematuras são outro campo que o governador aplica as suas energias sem medir, por isso, por onde anda, tem sua a sua “música”, proteger as raparigas contra essas práticas e punir exemplarmente quem ousar promover e/ou praticar tal.
É no meio a crises que Abdula sempre se revela. Já no último trimestre do ano, o distrito de Memba sofreu um ataque terrorista, acompanhado com um nível de desinformação à terror, por isso, milhares de famílias abandonaram as suas zonas de origem nos postos administrativos de Mazua e Chipene.
A maioria desses deslocados foi a sede do posto administrativo de Alua, no distrito de Eráti, abrindo, assim, uma das maiores crises humanitárias na província. Mais uma vez, Abdula não dormiu. Mobilizou parceiros de cooperação, sociedade civil e o sector privado para prover assistência àquelas famílias.
A mesma assistência, também, foi para as Forças de Defesa e Segurança (FDS) que, no terreno, “caçavam” os terroristas e restabeleciam a segurança, tanto é que desse empenho, a população decidiu por regressar, voluntariamente, para as suas zonas de origem.
Das suas “investidas”, as comunidades afectadas viram furos de águas a serem abertos, bem como a ser melhorado o saneamento e os serviços de saúde.
Já no desligar das luzes, Nampula recebeu um camião para mobilização no combate a desnutrição crónica e Abdula o baptizou por “Namicopo” e é com “Namicopo” que se vai “guerrear” nesta luta.
E Eduardo Mariamo Abdula, tio Salim, é a verdadeira interpretação sobre a descentralização. É na descentralização que o poder volta para a “malta” e disso tem sido o governador, que vive lado-a-lado com a população, comendo da mesma badjia, mesma maçaroca assada, bebendo do mesmo lanho e comendo do mesmo doce que é vendido nas ruas.
Abdula é o “cara” acessível ao seu povo por todo o dia, ou seja, 24h por dia.




