Nampula (IKWELI) – O Instituto Industrial e Comercial de Nampula conta, desde esta quinta-feira (17), com novas infraestruturas e equipamentos destinados a reforçar a qualidade do ensino e da formação profissional.
Segundo o Secretário de Estado do Ensino Técnico e Profissional, Leo Jamal, os investimentos foram realizados entre 2025 e o primeiro semestre de 2026, no âmbito dos esforços do Governo para melhorar a qualidade do ensino técnico-profissional e adequá-lo às exigências do mercado de trabalho.
Os equipamentos abrangem áreas como soldadura, eletricidade, construção civil e informática, incluindo laboratórios equipados com tecnologia moderna para apoiar o processo de ensino e aprendizagem.
“Estamos a pôr à disposição dos nossos formandos a mais alta tecnologia na área de informática, criando facilidades no processo de ensino e aprendizagem”, explicou Leo Jamal.
O investimento inclui também o apetrechamento das salas dos professores, com o objetivo de proporcionar melhores condições de trabalho aos funcionários e formadores da instituição.
De acordo com o governante, a melhoria das condições de formação pretende garantir que os centros de ensino técnico-profissional estejam preparados para responder não apenas às necessidades do mercado de trabalho nacional, mas também às oportunidades do mercado internacional.
A entrega dos equipamentos e infraestruturas enquadra-se, segundo Leo Jamal, nas orientações do Governo para elevar a qualidade da formação técnico-profissional e aproximar as competências dos formandos às necessidades reais do mercado.
Nesta quinta-feira aquela instituição graduou novos técnicos nas áreas que ministra as formações, os quais foram desafiados a apostar no autoemprego.
Dos graduados, 98 são mulheres e 166 são homens, que receberam os seus certificados após concluírem o processo de formação.
Na ocasião, Leo Jamal destacou que a conclusão da formação não deve ser encarada como o fim do percurso profissional, mas como o início de uma nova etapa, marcada pela aplicação prática dos conhecimentos adquiridos.
“O diploma que acabaram de receber hoje não é o fim, mas o princípio de um novo ciclo. O conhecimento que adquiriram aqui só vai ser útil se tiver um efeito multiplicador. Não vejam esse conhecimento como uma saída apenas para ter emprego, mas vejam também como uma saída para o autoemprego, para poderem, com o conhecimento que têm, produzir rendimentos e disponibilizar os vossos conhecimentos nas nossas comunidades”, disse.
Leo Jamal aconselhou igualmente os recém-graduados a encararem o mercado de trabalho como um espaço de aprendizagem contínua, onde poderão adquirir novas experiências, trocar conhecimentos e aperfeiçoar as competências desenvolvidas durante a formação. (Fátima Mugaveia)

