
Pemba (IKWELI) – A Agência Nacional para o Controlo da Qualidade Ambiental (AQUA, IP), em Cabo Delgado, denunciou, na sexta-feira (31.07), a exploração ilegal da madeira naquela parcela do país, principalmente em zonas afetadas pelo terrorismo.
A denuncia foi feita pelo delegado da instituição, Achimo Francisco, no âmbito das celebrações do dia Internacional do fiscal de floresta e fauna bravia, quem explicou que trabalhos estão em curso, com vista a travar o acto que lesa o país em milhões de meticais. “Por causa da vasta fronteira com a Tanzânia, é possível que esta madeira esteja a ser retirada no país de forma ilegal, é um aspecto que procuramos trabalhar com as Forças de Defesa e Segurança, no sentido de podermos acautelar a exploração ilegal. Nós fizemos a apreensão no distrito de Mocímboa da Praia durante o primeiro trimestre de cerca de 2300 (dois mil e trezentas) pranchas de madeira processada, correspondente a oitenta metros cúbicos na espécie de chanfuta e umbila,” disse Francisco.
De acordo o delegado, como resultado da apreensão, houve multas e alguns infractores estão a responder pelo crime. “Temos um caso considerado grave em que o indivíduo fazia este processo de exploração ilegal de madeira no distrito de Mocímboa e as autoridades estão a investigar por onde levava.”
Para a fonte, existem algumas embarcações que vão ao Parque Nacional das Quirimbas transportando madeira e a agência tem chamado a razão de forma que trabalhem de forma legal, aproximando algumas comunidades licenciadas. (Francisco Mário)





