“Proteger uma criança é afirmar que o desenvolvimento do país começa no ventre da mãe,” recorda Gueta Chapo, Primeira-Dama.

Maputo (IKWELI) – A Primeira-Dama da República, Guetta Chapo, defendeu, esta segunda-feira (20), na Matola, província de Maputo, que proteger uma criança é afirmar que o desenvolvimento do país começa no ventre da mãe, sublinhando que Moçambique deve assumir um compromisso colectivo de não aceitar como inevitável qualquer morte infantil por causas preveníveis.

A mensagem foi transmitida durante a cerimónia de lançamento do Plano de Acção para a Sobrevivência Infantil (PASI) 2026–2030 considerado um instrumento estratégico que reafirma o compromisso do Governo de Moçambique com a protecção da vida e o futuro das crianças.

Na sua intervenção, a Gueta Chapo, enfatizou que uma nação mede a grandeza do seu futuro pela forma como protege aqueles que ainda não têm voz para defender os seus próprios direitos, por isso “proteger a criança é proteger a nossa República de Moçambique. É afirmar que o desenvolvimento do nosso país começa no ventre da mãe”, disse.

Guetta Chapo afirmou que nenhuma estratégia de desenvolvimento será plenamente bem-sucedida enquanto o país continuar a perder crianças por causas evitáveis.

Acrescentou que o crescimento económico só terá verdadeiro significado se resultar em mais vidas salvas, mais mães protegidas e mais crianças a crescerem com saúde, dignidade e esperança.

Embora tenha reconhecido os avanços alcançados por Moçambique na redução da mortalidade infantil e neonatal, Guetta Chapo admitiu que persistem desafios relacionados com o acesso aos serviços de saúde, nutrição, água potável, saneamento e informação. Ainda assim, manifestou confiança de que estes obstáculos podem ser superados, com o empenho dos profissionais de saúde, dos agentes polivalentes, das parteiras, dos líderes comunitários e dos parceiros de cooperação.

Na ocasião a Primeira-Dama apelou a mobilização nacional para colocar a sobrevivência infantil acima de qualquer diferença política, religiosa, étnica ou regional. (Antónia Mazive)

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