UniRovuma reforça cooperação académica com Tanzânia

Nampula (IKWELI) – A Universidade Rovuma (UniRovuma), em Nampula, recebeu na manhã desta terça-feira (14) o cônsul-geral da República Unida da Tanzânia, com o objectivo de estabelecer mecanismos de cooperação académica entre instituições de ensino superior dos dois países.
O encontro visava reforçar as relações bilaterais no sector da educação, promovendo parcerias estratégicas entre universidades de Moçambique e da Tanzânia, com foco no intercâmbio de conhecimento e experiências.
José dos Santos Baptista, vice-director da área administrativa da UniRovuma, explicou que a iniciativa pretende também impulsionar a partilha de experiências académicas entre os dois países, valorizando as potencialidades existentes em cada contexto.
“Certas potencialidades eles têm a nível de conhecimento e das práticas, outras coisas que são importantes para Moçambique e eles vê este encontro ou esta a aproximação como a dinâmica de desenvolvimento através das universidades”.
Num outro desenvolvimento, o representante da Universidade Rovuma destacou a importância de explorar os recursos comuns entre Moçambique e Tanzânia, sublinhando áreas como o uso do mar, da terra e as semelhanças climáticas como oportunidades de aprendizagem conjunta.
“Por exemplo, como é usado o mar na Tanzânia, como é usado o mar deste lado de Moçambique, como é usada a terra do outro lado e como é usada a terra deste lado, mesmo a questão de clima como é de ouro lado, tendo em conta o clima é semelhante. Há vários cursos que estão explorando aqui e lá são explorados, mas de forma diferente, então esse encontro visa mesmo colocar uma porta aberta na Tanzânia através do cônsul e do embaixador de Moçambique na República Unida da Tanzânia, de modo que as unidades de Moçambique passam aproveitar está porta aberta, vizinha e as cooperações na África são importantes para todos os países, como produção e processamento, venda e negócio de alimentos”.
Dos Santos Baptista acredita que a cooperação académica entre os dois países poderá trazer impactos significativos, desde a formação avançada de docentes até à mobilidade de investigadores e partilha de tecnologias. (Malito João)