Nampula (IKWELI) – O Presidente da República (PR), Daniel Chapo, dirige-se nesta quinta-feira (18), à casa do povo para dar o seu primeiro informe anual enquanto chefe do Estado.
Entretanto, alguns cidadãos entrevistados pelo Ikweli esperam que o chefe do Estado seja honesto no seu informe, porque muitas das promessas feitas para o ano em curso não foram cumpridas.
“Nós como povo, ainda estamos a sofrer do custo de vida que até agora é extremamente elevado, cada vez mais acentua-se o elevado custo de vida para as famílias moçambicanas. Outro assunto, tem haver com a erradicação do terrorismo porque o que estamos a ver são apenas discursos e que na realidade os trabalhos não têm sido aquilo que vem sendo falado. Cada vez mais assistimos a mudança do modus operandi dos grupos que aterrorizam a região Norte,” disse Luís Mário.
Para este cidadão, o chefe do Estado deve apresentar o que o governo está a fazer de modo que as Forças de Defesa de Moçambique possam se adaptar com a nova forma de actuação dos terroristas.
“Em termos de empregabilidade, queremos que o Chefe do Estado apresente quantos postos de emprego foram criados para os moçambicanos, porque sempre tem sido o apanágio dos presidentes em tempos de campanha colar as oportunidades de emprego em primeiro lugar. Então, queremos que o presidente diga quantos jovens foram empregados em termos estatístico,” realçou a outra fonte, esperando que o informe não seja apenas para tapar o sol com a peneira, mas sim realista.
“Falar o que conseguiu cumprir e não conseguiu, assim como trazer as possíveis medidas para aqueles sectores que não conseguiu cumprir.”
Félix Augusto, também, espera sinceridade no chefe do Estado porque “não houve redução significativa nos preços dos produtos da primeira necessidade e o custo de vida está pior, então esperamos que haja uma justificação do não cumprimento de certas promessas,” disse Augusto.
“Esperamos que fale da situação política do país, porque não está boa, apesar de sabermos que está a decorrer o diálogo Nacional Inclusivo, assim sendo, aquilo que o povo pede neste diálogo seja acolhido,” realçou um outro cidadão residente na cidade de Nampula em anonimato. (Francisco Mário)





