SG da Frelimo reconhece esforços do governador de Nampula na resolução da crise de combustível

Nampula (IKWELI) – O secretário-geral da FRELIMO, Chakil Aboobacar, reconheceu o acompanhamento do governador de Nampula, Eduardo Mariamo Abdula, à situação da crise do combustível na província, destacando o diálogo com taxistas e as reuniões com retalhistas, na tentativa de minimizar o problema.

Aboobacar reconheceu os desafios que a população de Nampula tem enfrentado nos últimos dias devido à escassez de combustível, mas afirmou que o Governo não cruzou os braços perante a situação. “Acompanhamos a situação do combustível, temos consciência dos desafios que a província tem enfrentado, mas essa questão do combustível não é um problema de Moçambique. Como sabem, Moçambique não produz, tem que comprar e, no sítio onde se compra, há guerra e, para o combustível chegar, chega com muita dificuldade, chega mais caro, por isso, em algum momento, temos escassez, mas nunca houve roptura de stock”, afirmou.

O secretário-geral da FRELIMO reconheceu igualmente a prontidão do governador Eduardo Abdula em esclarecer a situação e apelou à população para confiar nos governantes e evitar situações de pressão. “Por isso, logo que a situação foi colocada, o vosso governador, camarada Salimo, comunicou tempestivamente e procurámos para a província de Nampula, mas não pode ser hábito nós encontrarmos um problema e logo haver confusão. Não pode ser hábito. Temos que ter paciência e confiar nos nossos governantes, porque não pode ser assim: amanhã, qualquer coisa que tomarmos é através de confusão. O nosso desenvolvimento depende da paz”, disse.

Aboobacar apelou ainda aos cidadãos e munícipes da província de Nampula para reforçarem a vigilância e defendeu que os problemas devem ser resolvidos através do diálogo. “Então, caros camaradas e munícipes da província de Nampula, vamos reforçar a vigilância, porque essas atitudes não são normais. Temos que ter muita atenção para resolvermos esse problema de instabilidade. Sempre que há um problema, como viram, dialogou-se, encontrou-se solução. Não pode ser através da pressão. Então, temos que ser vigilantes contra situações para não termos aquela manifestação que atrasou o nosso desenvolvimento e destruiu bens”, acrescentou.

O secretário-geral da FRELIMO reconheceu a existência de várias dificuldades que afectam a população da província de Nampula e do país em geral, mas defendeu ser necessário compreender a motivação de cada situação e voltou a mencionar as manifestações de 2024. (Malito João)

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