
Nampula (IKWELI) – A EKWEI, Associação para o Desenvolvimento Económico, Cultural e Cívico de Nampula, afirma que, durante o primeiro semestre do corrente ano, proveu assistência a 153 pessoas da comunidade de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgéneros/Transexuais/Travestis, Queer, Intersexo, Assexuais e outras identidades (LGBTQIA+) vítimas de estigma e descriminação.
Na segunda-feira (14), a organização promoveu um encontro de operacionalização de um dos seus eixos de actuação, voltado à promoção dos direitos humanos dos membros da comunidade.
Moato Saíde, director executivo da EKWEI, disse que, dos casos assistidos, 142 encontraram soluções judicialmente.
“Face as preocupações, neste momento acolhemos discussão com a sociedade civil e governo para reduzir os riscos de desigualdades de género persistentes, as normas sociais discriminatórias e represálias contra quem defende igualdade, saúde, direitos sexuais e reprodutivos, justiça ambiental e participação política. O Ambiente digital tornou-se um espaço hostil, o assédio online, discurso de ódio, eyberbullying, doxxing, roubo de identidade”, disse Moato Saíde
A fonte apontou que das vulnerabilidades às minorias sexuais destacam-se a falta de acesso a ferramentas de segurança digital, apoio jurídico, serviços psicossociais e mecanismos institucionais de protecção. (Nelsa Momade)






