
Lichinga (IKWELI) – A Ordem de Advogados de Moçambique (OAM), na província do Niassa, mostra-se preocupada com o surgimento de escritórios de advocacia que estão a operar ilegalmente ao nível do distrito de Lichinga.
O responsável do pelouro de combate a procuradoria ilícita na OAM, Francisco Sadia, disse que a situação parece cada vez mais recorrente. “De facto, é uma preocupação que nós temos na qualidade do pelouro de combate à procuradoria ilícita.”
“Vocês vivenciam as dificuldades que nós passamos lá no terreno, até mesmo termos acesso do interior do recinto ou mesmo das instalações onde funcionam tanto que alguns escapuliram-se e isto é muito preocupante, ao nível do Conselho Provincial do Niassa a existência destes mesmos escritórios, uma vez que, nos dias normais encontramos portas abertas a funcionar naturalmente, mas hoje surpreendentemente com a nossa visita encontramos esta situação,” acrescentou a fonte.
Aquele responsável ainda declarou que os escritórios ilícitos só são descobertos quando os cidadãos acedem aos mesmos e depois as suas preocupações não são resolvidas.
“Nós entendemos que o cidadão fica vulnerável, é venerável por várias situações que podem aqui serem descritas, o princípio de boa fé, o cidadão pode não se sentir satisfeito com os serviços e pretender reclamar, e é daí que vem até nós e apresentar o nome, simplesmente o cidadão pode ser confrontando que olha não conhecemos porque não existe é daí que, podem pairar muitas situações.”
Sadia garantiu acionar as autoridades competentes para resolver a questão dos escritórios que se encontram a operar ilegamente de forma célere e urgente. (Hermínio Raja)





