
Nampula (IKWELI) – A Polícia da República de Moçambique (PRM), em Nampula, apresentou, na segunda-feira (17), 15 indivíduos suspeitos de envolvimento em diversos crimes, incluindo roubos e furtos de acessórios de viaturas, assaltos a residências e estabelecimentos comerciais, nos arredores da cidade de Nampula
Segundo o porta-voz da PRM em Nampula, Dércio Samuel, as detenções resultam das operações de prevenção e combate à criminalidade realizadas nas áreas de jurisdição das 1.ª, 2.ª e 7.ª esquadras.
“Na 1.ª esquadra, um indivíduo foi detido em flagrante após vandalizar uma viatura, tendo sido apreendidas quatro velas, duas chaves falsas de ignição e outros acessórios. Na 7.ª esquadra, na Rua 3 de Fevereiro, três indivíduos foram igualmente detidos enquanto supostamente vandalizavam uma viatura, sendo apreendidos diversos bens e instrumentos usados nos crimes”, explicou.
Já na área da 2.ª esquadra, um homem que se fazia transportar numa motorizada foi detido após furtar um espelho retrovisor num parque de estacionamento. Com ele foram recuperados 12 espelhos retrovisores, além da motorizada usada na prática dos crimes.
Samuel explicou ainda que, na madrugada do dia 15, quatro indivíduos assaltaram uma residência em Muahivire, onde, após arrombarem a porta e ameaçarem a proprietária, roubaram mais de 5 mil meticais e outros bens. Quatro suspeitos foram detidos, enquanto um quinto continua foragido. Os bens foram recuperados e aguardam os procedimentos para serem devolvidos à vítima.
Acrescentou que na madrugada do dia 16, nove indivíduos assaltaram uma barraca no bairro do Belenenses. O grupo fez de reféns os clientes, roubou uma pasta com 17 mil meticais, dois telemóveis e outros bens além de um cliente ter sido golpeado com uma catana e perdeu 5 mil meticais e a sua motorizada.
A Polícia conseguiu deter três suspeitos, enquanto seis continuam foragidos. Um dos detidos foi alvejado num membro inferior durante a fuga e recebeu assistência médica no Hospital Central de Nampula, avançou a fonte.
Entretanto, alguns acusados admitem enquanto que outros negam acusando a PRM de os incriminar injustamente. (Fátima Mugaveia)






