
Nampula (IKWELI) – A direção provincial da Cultura e Turismo do Niassa, no norte de Moçambique, enfrenta desafios ligados a fraca conexão entre o sector privado e o sector cultural, de forma particular nas questões ligadas ao financiamento dos artistas daquela parcela dos pais.
“Nós temos tido grandes problemas ligados ao financiamento, porque muitos artistas pensam que o governo tem dinheiro. Mas sempre que existe lançamento de um determinado concurso para projectos, partilhamos com os aristas no sentido de eles concorrerem para essas chamadas,” disse Domingos Bernardo, técnico da direcção provincial de Cultura e Turismo do Niassa.
O nosso entrevistado asseverou ainda que para ajudar os artistas a ultrapassarem os desafios da classe, já se harmonizou o estatuto do artista, o que os vai permitir a fixarem os seus preços durante os exercícios das suas actividades diárias.
“O que acontece é que agora quem fixa o preço é o promotor, mas deve ser o artista a dizer qual o seu ordenado. Aliás, com base no seu estatuto, no seu nível de permanência na função, o promotor vai saber que se contracto fulano, o pagamento dele é tanto,” frisou a fonte. (Francisco Mário)
