
Maputo (IKWELI) – O Presidente da República, Daniel Chapo, enalteceu esta segunda-feira (18), em Maputo, o papel da polícia da república de Moçambique (PRM) na manutenção da ordem, segurança e tranquilidade pública, considerando a corporação um dos principais pilares da estabilidade nacional ao longo dos seus 51 anos de existência.
Falando durante as celebrações do 51º aniversário da PRM, Chapo destacou o envolvimento da polícia nas acções de salvamento e resgate durante as inundações, cheias, ciclones que assolaram o país no início do ano em curso, bem na luta contra o terrorismo e na reposição da ordem pública durante manifestações ilegais e violentas ocorridas no ano passado.
“O Povo Moçambicano nunca se esquecerá da vossa contribuição na luta contra o terrorismo, e na reposição da harmonia Social.”, afirmou o chefe de Estado, tendo sublinhado que não pode existir desenvolvimento sem paz segurança e ordem pública.
O evento que decorre sobre o lema: decorre sob o lema “PRM: 51 anos reafirmando o compromisso com as comunidades no combate a criminalidade, terrorismo, sinistralidade rodoviária e corrupção.
Segundo o estadista, reforça a necessidade de uma polícia que age com cortesia, actua de forma firme e está sempre próxima dos cidadãos.
Um dos pontos centrais do discurso foi o combate à corrupção, apontado pelo presidente como uma das prioridades do governo.
“O nosso governo elegeu o combate à corrupção como uma das suas prioridades e, felizmente, os resultados já começaram a aparecer.”
Orientou ao Comandante-geral da PRM e suas instituições para necessidade de uma campanha de purificação nas fileiras da corporação, identificando e punindo, exemplarmente, os corruptos.
“Havendo provas, não hesitem em punir os membros da PRM que se envolvem nesse ou em outros tipos de crimes, porque queremos que a PRM seja um santuário de justiceiros e não uma gruta de criminosos.” declarou
Durante a sua intervenção chapou reiterou igualmente a necessidade de reforçar o combate aos raptos, ao tráfico e consumo de drogas, bem como ao branqueamento de capitais, tendo advertido que as autoridades não devem relaxar perante os resultados positivos alcançados nos últimos meses.
Assegurou que o Estado vai continuar a fazer a sua parte, através da formação, apetrechamento e na melhoria das vossas condições de trabalho. (Antónia Mazive)