Nampula: Simpatizantes do partido MDM defendem o seguimento dos ideais de Daviz Simango

Nampula (IKWELI) – Membros e simpatizantes do partido Movimento Democrático de Moçambique (MDM), na província de Nampula, destacam os feitos do falecido fundador daquela força política, como um líder visionário que deixou um legado e dedicação ao serviço do país e que os seus ideias devem ser imortalizados para o desenvolvimento de Moçambique.
Simango foi presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) e edil da Beira, que perdeu a vida no dia 22 de Fevereiro de 2021, na África do Sul, depois de sofrer uma paragem cardíaca, deixando um vazio irreparável nos membros e simpatizantes do partido.
Entretanto, na passagem dos cinco anos da sua morte, o partido MDM em Nampula considera que Moçambique perdeu uma figura de elevado gabarito para a democracia do país pois, foi o pioneiro da melhor e boa governação no país.
Luciano Tarieque, membro sénior e representante da delegação provincial do partido MDM em Nampula, disse ao Ikweli que Simango sempre defendeu uma liderança que prioriza a transparência, responsabilidade e a participação dos cidadãos.
“Daviz Simango acreditava que a governação devia ser mais inclusiva e que os líderes deviam ser mais próximos da comunidade, defendia a importância da descentralização, lutou para autonomia local para promover o desenvolvimento regional. defendia ainda que os jovens e a mulher deveriam ter envolvimento na defesa do Estado moçambicano de forma directa. Portanto, esses ideais devem ser seguidos para o desenvolvimento do país, disse Tarieque.
No entender do nosso entrevistado, para imortalizar os ideias de Daviz Simango, Moçambique deve olhar os ensinamentos do malogrado como o melhor caminho para alcançar a democracia.
“O Partido e Moçambique no seu todo, para imortalizar o Presidente Simango, é preciso continuar com o seu legado, começando por transparência, descer ao povo necessitado e dar soluções para ultrapassar as dificuldades. Simango dizia que Democracia é a existência de forças vindas do povo, sublinhou Tarieque. (Francisco Mário)

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