Nampula é uma das províncias com elevados índices da malária no país

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Nampula (IKWELI) – A província de Nampula, a mais populosa do país, é uma das com elevada prevalência de malária no país, fixando-se na ordem dos 54% em 2022.

Jaime Neto, Secretário do Estado na província de Nampula, disse, recentemente, no distrito de Mossuril, a quando do lançamento da campanha de quimioprevenção da malária que “esta doença constitui uma das principais causas de procura dos serviços de saúde com peso de 20% dos doentes atendidos nas Consultas Externas”.

Contudo, de acordo com os dados anuais de 2023, a província registou uma redução de casos de Malária em 20.5% ao notificar 2 415 046 casos em 2023 contra 3 042 829 casos em 2022 que corresponde a 20,1%.

Entretanto, segundo Neto, “a nossa capacidade de resposta clínica continua melhorando embora tenha sido registado aumento de óbitos pela mesma doença  em 13.4% ao notificar 75 óbitos em 2023 contra 60 óbitos no igual período do ano transato”.

“Ao nível do governo, a malária representa um fardo no sistema de saúde porque fundos públicos são alocados para custear as despesas em recursos humanos, nas unidades sanitárias, aquisição e logística de medicamentos e outros produtos”, anotou o governante, referindo ser por isso que “a província, em colaboração com o Ministério de Saúde e seu Parceiro de cooperação, a Malária Consortium” realiza “a campanha de quimioprevenção sazonal da Malária, cujo objetivo principal é de contribuir para a redução da morbimortalidade por malária em crianças menores de 5 anos”.

Na presente campanha, explica o governante, “serão abrangidas cerca 1 370 000 crianças dos 3 meses a 59 meses de idade, em todos os distritos da província. Esta campanha irá decorrer em 4 ciclos mensais: De Fevereiro a Maio sendo que Fevereiro terá lugar nos dias 02 a 05”.

Por outro lado, garante Neto, “para o sucesso desta actividade orientamos aos Governo Distritais, líderes comunitários, políticos, religiosos, educadores, influentes, pais e encarregados de educação, parceiros de cooperação, órgãos de comunicação social, para a sua participação activa. Apelamos ainda, que mantenham com a comunicação fluida e contínua com a população”. (Redação)

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