Mais de 16 mil activistas estarão engajados na luta contra o HIV-SIDA e consumo de drogas nas escolas de Nampula

Nampula (IKWELI) – O gabinete da Juventude e Emprego nos Serviços Provinciais de Justiça e Trabalho, em Nampula, conta com mais de 16 mil (dezasseis mil) activistas, os quais estarão envolvidos na garantia de uma comunicação eficaz com a camada juvenil, sobretudo nas escolas, visando sensibilizar sobre o tratamento e combate ao HIV/SIDA e outras doenças de transmissão sexual e consumo de drogas.

Para Hortênsio Zeca, chefe do departamento da Juventude e Emprego em Nampula, o grande desafio actual é consciencializar jovens e adolescentes no sentido de redução da transmissão do HIV/SIDA e a diminuição dos índices de consumo do álcool e outras drogas nas escolas, dai que o número dos activistas estimados é referente a todos distritos da província de Nampula.

Com este exército de activistas, segundo a nossa fonte, o sector pretende alcançar mais de 118 mil jovens nas campanhas de sensibilização da camada juvenil, sobretudo no uso das plataformas digitais como é ocaso da SMS BIZ.

“Importa frisar que alguns dos activistas, também, são dos nossos parceiros, não somente do programa Geração BIZ, porque existe um comité multissectorial de implementação do programa que, para além das instituições do governo, conta com os parceiros que são as organizações não-governamentais que implementam acções no seio da juventude para redução do impacto do HIV e o álcool nas escolas entre outras drogas que enfermam a camada juvenil”, explicou Zeca.

A utilização das tecnologias de comunicação e informação, segundo Zeca, ajudam na massificação e abrangência do grupo alvo, porque “é diferente de uma sensibilização presencial entre o jovem e os activistas, porque o jovem, pode ter alguma limitação de se abrir e colocar as suas questões ou de revelar que tem uma ITS [Infecções de Transmissão Sexual], mas, se estiver na plataforma SMS BIZ ele fica à-vontade porque não sabe quem está do outro lado a responder-lhe e nem mesmo essa pessoa a conhece, só vai conduzi-lo, e explicar e referenciá-lo a uma unidade sanitária e fica garantido o sigilo”. (Malito João)

 

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