Nampula: Mais um grupo de meliantes detido pela polícia

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Nampula (IKWELI) – A Polícia da República de Moçambique apresentou, no fim da manha desta sexta-feira (15), pelo menos, 6 indivíduos indiciados da prática de actos criminais em residências nas áreas da 1ª e 3ª Esquadras, respectivamente.

Segundo contou Zacarias Nacute, porta-voz da corporação, no grupo estão mandantes, reconhecedores e financiadores, os quais compram o produto do crime.

São indivíduos que, recentemente, fizeram das suas no bairro de Murrapaniua, no posto administrativo urbano de Natikiri, tendo parte das suas vítimas parado no leito hospitalar, incluindo nos cuidados intensivos.

Nacute afirma, ainda, que a neutralização dos indiciados e a apreensão de bens faz parte dos resultados do trabalho operativo que a polícia está a levar a cabo de forma a estancar a onda de criminalidade no maior centro urbano do norte de Moçambique.

Da última investida do grupo, dois guardas foram catanados, incluindo um militar, tendo os 3 parado na sala de reanimação do Hospital Central de Nampula.

Entretanto, do grupo dos apresentados, uns assumem-se malfeitores e outros, nem por isso

“Roubei plasma, cadeiras e vendi para meus amigos. Fiquei preso. Roubei no ano passado e estava sozinho, roubei porque o meu filho estava doente. Eu tenho meu amigo (que usou camiseta de riscas) que faz reconhecimento. Quando encontra uma casa abandonada me aciona. São 13 cadeiras, plasma e geleira. Nunca catanei a ninguém”, defende-se o líder do grupo exibido no pátio da 3ª Esquadra, no bairro de Namicopo.

Mas o homem que fazia o serviço de reconhecimento nega o seu envolvimento, afirmando que um tal de Rui o teria envolvida na trama mencionando o seu nome.

No grupo está um jovem de 19 anos de idade, renitente e já com calos no mundo do crime. Num passado recente o mesmo teria roubado uma viatura do tipo Toyota, modelo Alteza, e naltura jurara de pés junto nunca mais roubar, mas voltou as celas porque tentou roubar uma motorizada no bairro de Napipine.

“É a 2ª vez que paro nas mãos da polícia”, conta, justificando que “quando peço emprego a família não ajuda, mas se for essas coisas assim eles ajudam”. (Aunício da Silva)

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