Nampula: Turismo reergue-se da covid-19

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Nampula (IKWELI) – As autoridades governamentais da província de Nampula, através da direcção provincial da Cultura e Turismo, destacam melhorias no fluxo de turistas internos e externos, em relação ao período de pico da pandemia da COVID-19 que ditou o encerramento de diversos complexos e locais turísticos da província que visava a mitigação dos efeitos da doença.

A informação foi avançada pelo respectivo director, Omar Aquiamungo, para quem antes a província, à semelhança das outras regiões do país, ressentia-se da falta de visitantes, facto que impactou negativamente no sector de turismo, reduzindo assim as receitas advindas neste sector. Contudo, embora sem revelar números, a província aproveita-se do relaxamento das medidas para se reerguer.

“Nós estávamos praticamente bloqueados e, agora com a reabertura, consideramos que é o momento de darmos boas-vindas aos nossos hóspedes na província de Nampula”, adiantou Aquiamungo, sobre a estratégia de promoção do turismo por via de uma iniciativa de boas-vindas aos turistas, organizada pelo pelouro para capitalizar a frequência e fluxo de visitantes.

Aquiamungo perspectiva fluxo de turistas em grande escala, ao considerar que até Agosto do presente ano a província atingiu 38% de visitantes. Além disso, porque se avizinha o período de pico de movimento de turistas, parte da província já está no nível avançado de reservas, como é o caso do distrito de Mossuril que conta com pouco mais de 80% de reservas esgotadas.

Sabe-se que até Dezembro deste ano a província prevê receber cerca de 270.000 (duzentos e setenta mil) turistas, sendo que até o mês de Agosto os números rondavam nos 101.000 (cento e um mil) turistas. Todavia, o dirigente não descarta a possibilidade de se alcançar a meta, ao considerar o relaxamento de medidas de prevenção da pandemia da COVID-19 no país.

Para tal, segundo Omar Aquiamungo, é importante a criação de pacotes que facilitem a promoção do turismo doméstico, daí a necessidade de se reflectir sobre a capitalização do turismo.

De acordo com as suas palavras, “o moçambicano não tem capacidade de pagar valores altos, mas se os nossos operadores corresponderem com a redução de pacotes e promoverem, nos seus estabelecimentos, eventos que possam permitir a retenção mais um dia de um turista, significaria ganhos para a província”. (Esmeraldo Boquisse)

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