Produção de arroz no país cresce em 19%

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Chongoene (IKWELI) – A produção da cultura do arroz em Moçambique cresceu em 19%, passando para 207.821 (duzentas sete mil, oitocentas e vinte e uma) toneladas, em resultado dos investimentos que tem vindo a ser feitos no sector.

Na última segunda-feira (14), o ministro moçambicano da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, procedeu em Chongoene, na província de Gaza, a campanha de ceifa da cultura do arroz, e disse na ocasião que há o aumento do “rendimento médio do arroz nas áreas de implementação do SUSTENTA em 6 toneladas por hectare, superando a média nacional de 1 tonelada por hectare”.

Igualmente, Correia recordou que para a presente campanha agrária, espera-se uma produção de 239 mil toneladas de arroz, o correspondente a um aumento de 15%.

“Numa altura em que o mundo regista uma redução na produção alimentar, com impactos nos preços, temos a ambição de dar andamento a um Programa Nacional de Produção de Arroz, com os olhos postos na autossuficiência no arroz até 2030”.

Assistência as vítimas do Gombe

Na mesma ocasião, o governante disse que o ciclone tropical Gombe afectou, sobremaneira, o sector que dirige no norte de Moçambique, por isso estão em curso acções de levantamento sobre as reais perdas no sentido de se garantir acompanhamento as vítimas.

“Marcamos presença neste evento que simboliza o início oficial da época de ceifa de arroz a nível nacional, num momento em que o norte de Moçambique acaba de ser assolado por mais um ciclone tropical, o Gombe, que para além de luto, também afectou o sector de agricultura”, disse Correia, prosseguindo que “as nossas primeiras palavras são de encorajamento aos produtores afectados, mas também de reconhecimento pelo esforço empreendido, na primeira hora, para reduzir perdas das culturas em campo”.

Igualmente, o ministro Correia avançou que “apesar de prematuro, os primeiros registos dão conta de culturas acamadas, em particular de milho, e perante este cenário temos recomendado a prática cultural de amontoa deforma a mitigarmos a perdas ao mínimo razoável”, por isso “continuaremos a monitorar e trabalhar para diminuir os impactos para os nossos produtores”. (Redação)

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