Covid-19: Nyusi mantém medidas num dia em que perto da metade dos testados acusou positivo

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Maputo (IKWELI) – O Presidente da República (PR), Filipe Nyusi, manteve todas as medidas de prevenção da covid-19, constantes no anterior decreto do Conselho de Ministros sobre a situação de calamidade pública em face a pandemia.

Nyusi tomou esta decisão num dia em que, perto de 50% das amostras testadas tiveram um resultado positivo, tanto que na sua locução reconheceu tal facto, e exigiu responsabilidade por parte dos moçambicanos.

A transição do dia 24 para 25 de Dezembro e de 31 de Dezembro de 2021 para 1 de Janeiro de 2022 a medida do recolher obrigatório fica suspensa.

Minutos após a comunicação do Presidente da República, o Ministério da Saúde colocou em circulação o comunicado de actualização diária da covid-19, e nele se pode ler que “de um total de 1.446 amostras suspeitas testadas em todo o País, nas últimas 24 horas, 553 acusaram positivo para a COVID-19. O cumulativo de amostras testadas até à data é de 1.028.872 e o de casos positivos, 160.457, sendo que 160.088 casos são de transmissão local e 369, importados”.

Igualmente, a mesma nota aponta que “Maputo-cidade e Maputo-província mantêm a tendência de regiões que mais casos reportam no País. A título de exemplo, nas últimas 24 horas, a capital do País teve 361 novos casos, representando 65.28% do total de casos de todo o País e uma Taxa de Positividade de 50.63%, e Maputo-província registou 157 casos positivos, o equivalente a 28.39% do total de casos de todo o País e uma Taxa de Positividade de 45.77%”, e que “dos novos casos, 542 são de nacionalidade moçambicana e 11 de nacionalidade estrangeira”.

Dos novos casos positivos, “303 são do sexo feminino (54.16%), 250 são do sexo masculino (45.66%) e 01 não foi possível apurar o sexo. A nível nacional, a Taxa de Positividade no período em análise foi de 38.24% e a Taxa de Positividade Acumulada, situou-se em 15.6%”.

Todavia, o Presidente da República introduziu reverteu algumas medidas, sobre que estão “vedadas as visitas aos reclusos nas penitenciárias. Reduzido o número de visitas aos internados nos hospitais de 2 para 1”. (Redação)

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