“Ser jovem em Moçambique: Um acto de heroísmo!”, considera Salomão Muchanga, líder do ND

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Maputo (IKWELI) – O líder do partido Nova Democracia (ND), Salomão Muchanga, considera que ser jovem em Moçambique é um acto de heroísmo pelo combate diário em prol de um país de progresso e justiça social.

Em mensagem alusiva ao dia internacional da Juventude, 12 de Agosto, Muchanga considera que “comemora-se este dia para reivindicar os direitos e activar o seu papel insubstituível de força propulsora da cidadania para mudança real, na construção de um presente melhor e se constituindo como precursores da Democracia enquanto fim prioritário do desenvolvimento”.

“Os jovens em Moçambique enfrentam um contexto já normalizado de violência e terrorismo, agudizado pela ovação imposta aos mitos e símbolos do regime, pela corrupção endémica, exclusão, precariedade, pobreza, clientelismo no acesso à oportunidades, marginalização, salários de fome que só fomentam desigualdades sociais e incertezas até nos cemitérios”, lê-se na mensagem do líder do ND distribuído a partir de Maputo.

Por outro lado, o político avança que “um presente muito difícil para um futuro desafiante num país depauperado pelo défice de políticas públicas inclusivas e por um regime insensível aos problemas da juventude, esta faixa etária muito confinada à uma perspectiva recreativa de governação ausente de alternativas económicas e sob fortes ameaças externas de dominação económica e militar por conta das riquezas do país”, pelo que “apesar de todos estes desafios, novas páginas se abrem na história do país com a Nova Democracia anunciando e mobilizando a juventude para que não desista de Moçambique pois está em construção uma nova chama de libertação e união para trazer esperança e dignidade à gerações inteiras”.

“É notável e preciosa a participação do(a)s jovens e das organizações juvenis no debate público Nacional sobre questões cadentes do país nos ambientes estudantis, religiosos e profissionais, presencialmente ou pelo uso das redes sociais, assim como pela invasão das ruas por manifestações e intervenções culturais pensando “fora da caixa” e partindo a mentalidade que lhes integra na lógica do sistema”, sublinha Salomão Muchanga, reafirmando que “concordamos com os jovens moçambicanos das zonas rurais, suburbanas e urbanas, distritos, vilas e cidades que o patriotismo está em fazer de Moçambique um país de paz, inclusão e justiça social livre da corrupção e pobreza extrema onde não prospere uma minoria cheia de tudo e uma maioria cheia de nada”.

“Reafirmamos a nossa mais profunda convicção de que Moçambique, terra onde os nossos antepassados nasceram e onde os nossos netos nascerão, terra de todos(as) nós, orgulhosos(as) de quem somos e de defender a Nação, em breve será um país forte, solidário e coeso com os jovens liderando processos de governação inclusiva”, refere o documento, garantindo que “engajar a juventude nos processos decisórios é prioridade para que os jovens possam usufruir da repartição justa da riqueza Nacional, ter uma educação de qualidade, emprego digno, habitação decente, acesso à tecnologias e liberdades democráticas radiantes”.

Por fim, Muchanga endereça uma saudação especial “aos jovens nas forças de defesa e segurança que com apoio externo, dia e noite, faça sol faça chuva não poupam esforços para a defesa da soberania e integridade territorial face aos inimigos de dentro e de fora, ora cobertos pelo terrorismo”. (Redação)

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