Detido indivíduo indiciado de assassinar a esposa em Namutequeliua

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cidadão mata a esposa na cidade de Nampula no bairro Namutequeliua

Nampula (IKWELI) – A Polícia da República de Moçambique PRM (PRM), em Nampula, confirmou nesta segunda-feira, a detenção, na sexta-feira passada (25 de Dezembro), de um indivíduo que por razões passionais espancou a sua esposa até a morte e de seguida atirou o corpo na linha férrea na Unidade Comunal Marien Nguabi, bairro de Namutequeliua.

Segundo o porta-voz do Comando Provincial da PRM em Nampula, Zacarias Nacute, que falava em uma conferência de imprensa, o facto de este ter lançado o corpo na linha férrea, era para retirar-se da culpa e desviar a atenção da sociedade para pensar que a vítima morreu trucidada por um comboio.

“Graças a intervenção da polícia depois de tomar conhecimento do acto, foi possível localizar este corpo e depois de um trabalho de investigação, neutralizar-se este indivíduo e se encaminhar a uma das nossas subunidades, onde se elabora um processo para responder criminalmente pelo acto cometido”, disse Nacute.

Por sua vez, o indiciado confirma ter assassinado a sua esposa, mas nega ter abandonado o corpo na linha férrea, porque, segundo ele, depois da briga que o casal teve na madrugada do dia 25, apercebendo-se que a sua parceira estava gravemente ferida, tentou levar-lhe ao hospital ainda em vida, tendo morrido pelo caminho, justamente na referida linha férrea.

“Eu sai no dia 24 a noite para ir assistir futebol e voltei às 23 horas, logo que cheguei em casa, a minha esposa começou a dizer que eu estava em casa de uma amante e eu disse que não estava em nenhuma casa, dali ela começou a me pegar no pescoço, assim que eu tentei empurrá-la e caiu por cima de uma pedra que usávamos para calçar a porta, depois de eu ver que ela estava a sangrar levei ela para o hospital, mas quando chegamos naquela linha férrea ela morreu, e eu lhe deixei ali e voltei para casa para pedir ajuda aos vizinhos, mas antes de chegar em casa, a polícia encontrou aquele corpo e veio me capturar”, contou o indiciado. (Alfredo Célia)

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